Que lástima

Terça-feira, 31 de julho de 2012.

O que é isso nesse Atlético-GO em? O time vinha se arrastando na competição, virtualmente rebaixado (com exagero e tudo), ai de repente vira a sensação do Brasileirão (e tome mais exagero). Uma goleada no São Paulo, ai vem para a Ilha e se fecha com um cadeado quase que inacreditável. Resultado, um 0 a 0 de dar dó para quem assistiu. E nessa brincadeirinha, já se vão 12 pontos perdidos em casa ¬¬.

Só que, apesar da força de vontade e evolução, embora tímida, do Atlético, o Sport brinca de perder gol. Foi assim nos jogos que perdemos para Grêmio e Atlético-MG. Saímos vencendo, tínhamos o domínio da partida e acabamos levando uma sacolada de gols. O ataque tá errado Mancini! Se liga ai professor...

Dubeux: Edcarlos e Bruno Aguiar? Essa zaga num dá pro Sport não, presidente! Vamos pra frente. O otimismo vai sempre ser a cara desse torcedor rubro-negro. Agora eu espero que não abusem da minha boa vontade!

Pelo Sport Tudo

Goleada Fabulosa

Segunda-feira, 30 de julho de 2012



O retorno do #Mito Rogério Ceni já pôde ser sentido no jogo de ontem. Inexplicavelmente, o São Paulo se recuperou das últimas péssimas atuações e com um show de Luís Fabiano, goleou o fraco Flamengo por 4 a 1, no Morumbi. Sem dúvida, esta foi a melhor atuação do time no Campeonato Brasileiro deste ano.

Autor de dois gols e uma assistência, Luís Fabiano é o grande destaque da goleada Tricolor. (Foto: Blog Força Tricolor)
O espírito do maior goleiro artilheiro da história tomou conta de todo o grupo Tricolor. Como num passe de mágica, o time foi totalmente diferente dos últimos jogos. Não faltou disposição, raça e vontade de vencer, foi uma atuação quase perfeita, apesar do adversário não viver um grande momento, acredito que essa vitória pode marcar um recomeço para o Maior do Mundo no Brasileirão. 

Além da ótima atuação, a goleada de ontem me deixou R$ 50,00 mais rico. O colega blogueiro do Flamengo, Cadu Vieira, me deve uma onça. (risos). 

Destaques: 

Rogério Ceni 

1017 jogos, 103 gols, inúmeros títulos e uma liderança incrível. Este é Rogério Ceni, o #Mito. Apesar de ter participado pouco do jogo, tenho convicção que a melhora do time deve-se muito ao seu retorno. Nosso capitão mesmo aos 39 anos permanece sendo peça importantíssima ao São Paulo Futebol Clube. Obrigado, Rogério! 

Luís Fabiano 

Não entendo como uma parte da torcida do São Paulo critica tanto o Luís Fabiano. O cara tem números fabulosos com a camisa do Tricolor. Só esse ano são 20 gols em 25 jogos, média de 0,8 gols por jogo. Incrível! O cara é vice-artilheiro do Brasileirão, decisivo, demonstra muita vontade quando veste a nossa camisa e ainda tem ‘nêgo’ que o critica bastante. 

Maicon 

O meio-campista Maicon é um dos jogadores mais criticados por este blogueiro que vos fala, mas, ontem ele fez um partidão! Além de marcar o primeiro gol, ainda participou do terceiro. Além disso, ajudou muito na marcação. Foi a melhor atuação dele com a camisa Tricolor. 

Vamos São Paulo, Vamos São Paulo, Vamos Ser Campeão!

De bom tamanho...

Segunda-feira, 30 de julho de 2012.



O Corinthians foi a Salvador, no estádio Pituaçu, enfrentou o Bahia e trouxe, na volta pra São Paulo 1 ponto, no empate em 0 a 0.

Como havia falado aqui, no pré-jogo, o Corinthians, mesmo desfalcado como o Bahia, não sofreria tanto com isso, em virtude de ter ótimas peças de reposição. Mas também salientei quanto a entrar em campo com atenção necessária, para evitar surpresas.

Não que tenhamos tido qualquer surpresa, mas o Bahia mesmo com um time "remendado" conseguiu se portar bem em campo e chegava ao ataque corinthiano, ainda que não oferecendo tamanho perigo.

Do nosso lado, éramos superiores nas "chegadas", tanto em número quanto em qualidade, amparados ainda pela posse da bola e trabalho da mesma; mas ineficientes em atingir o principal objetivo do futebol: balançar a rede.

Danilo disputa a bola com o adversário. (Foto: Felipe Oliveira)
No 2º tempo o time baiano tentou ser mais agressivo. Tentando ir pra cima do Timão, continuava a pecar nas finalizações. Do nosso lado, mesmo com a posse de bola, dificuldade em armar as jogadas, sobretudo diante de um adversário fechado.

Ralf se destacou pelo papel exercido na marcação e na raça demonstrada - figura sempre presente na partida. Danilo, aparecendo na frente e cruzando a bola na área, fez boa atuação. Paolo Guerrero, que substituiu Romarinho na 2ª etapa, mostrou que pode sim ser importante ao Corinthians; procurava jogo e fazia ótimo pivô no ataque - começo a imaginar, a partir de agora, o Timão com um homem de frente.

Não posso negar o sentimento de jogo "morno". Daqueles em que, pelo sentimento de torcedor, esperamos um gol salvador para que o time do peito ganhe a partida, nem que seja por 1 a 0, todinho.

Ao final, empate justo, de bom tamanho.

No mais, saímos com 1 ponto ganho fora de casa e subimos, mesmo sem a vitória, para a 9ª colocação na tabela, na frente da Ponte Preta e do Flamengo (que, como esperado, perdeu mais uma, de 4 a 1 pros Bambis!), ainda que empatados, em número de pontos, com este dois. Ironicamente, ou logicamente, ao final desta 13ª rodada do campeonato, ainda que tivéssemos ganho do Bahia, não passaríamos de 9º colocado - se bem que os dois pontos conquistados em caso de vitória podem fazer falta "bem ali".

Pra nós, que disputamos o principal torneio continental e saímos campeões invictos, folga no meio de semana; a alguns outros clubes nacionais, Sul-Americana a disputar. No próximo fim de semana, temos parada dura contra o VICE-líder, fora de casa.

Vai, CORINTHIANS!!!

[spa 4x1 FLA] Nem São Judas Tadeu bateria o São Paulo hoje

Domingo, 29 de julho de 2012.

Puto da vida e R$ 50 mais pobre. Esse foi o saldo que o FLAMENGO me deu no domingo. É como a mulher da vida da gente: nuns dias a maior alegria do mundo, noutros uma tristeza sem fim. E também afeta o bolso.

E neste domingo, não adiantariam orações, porque nem São Judas Tadeu daria um jeito neste time. Não por enquanto. É preciso tempo. E o São Paulo, muito mais arrumado que é, foi um time inteligente e não se complicou frente ao amontoado de profissionais (e só) que vestem o MANTO. Fez o simples e goleou. Merecidamente.

Quanto a nós, muita coisa a ser arrumada ainda. Quanto a mim, não consigo fazer uma análise racional do time deste domingo agora. Quanto ao meu amigo tricolor Allan Hebert, que me passe sua conta para eu transferir a grana. Quanto às metas, faltam 29 pontos. E, por hoje, tenho dito.

 Saudações RUBRO-NEGRAS! .

Alegria impedida

Domingo, 29 de julho de 2012.

Errar é humano! Eu, você, e até o Vicente Romano Neto está suscetível ao erro. A falha humana está presente em milhares de aspectos do nosso cotidiano. O futebol é apenas mais um.

Pois bem. Na partida equilibradíssima contra o Patético, jogando dentro de casa num jogo de “seis pontos”, eis que surge, para a infelicidade geral tricolor, um erro de arbitragem. Uma falha humana que nos impediu de gritar gol, de comemorar uma vitória, de mostrar aos menores dos maiores que faixa de título não se veste antes da última rodada.

O ato de errar ou a dimensão do erro, a meu ver, ficam em segundo plano. Erros de arbitragem acontecem para o bem e para o mal. Por isso, amigos tricolores, não me venham botafogar (por mais que esta resenha já se assemelhe a tal atitude).

O fato é que a indecisão do assistente Vicente Romano Neto em levantar ou não a bandeira, me levou a escrever esta dissertação pós-jogo. Por que hesitar? Quando foi acionado nos demais lances, o assistente foi imediato em sua decisão. Então, por que só depois que a bola balançou a rede do Patético, só depois que Fred comemorou e olhou para o referido assistente para conferir, foi que ele anulou o lance?

Não quero julgar. Mas, é inevitável que a indecisão em cravar o lance no momento que em Fred recebeu a bola, levou a torcida tricolor a questionar a integridade do Sr. Vicente. Como sou uma pessoa que antes de qualquer coisa crê na idoneidade humana, prefiro acreditar que foi um lapso, um delay, um apagão.

(Foto: Dhavid Normando / Photocamera)


A vitória não veio apenas pela interferência errônea da arbitragem, que fique bem claro! No primeiro tempo nos faltou qualidade no último passe, apesar da ótima movimentação dos atacantes tricolroes. No segundo, maior precisão nas finalizações. Na partida, de uma maneira geral, nos faltou um pouco mais de competência (o que alguns chamam de sorte).

Apesar do resultado e mesmo com os espaços dados ao meio-campo pateticano no segundo tempo (muito mais pela desfiguração tática de Abel), não vi em nenhuma outra partida deste Brasileirão, talvez do ano, uma movimentação ofensiva tão empolgante. 

Se o goleiro Victor não tivesse aparecido tão bem no jogo ou se nossos atacantes tivessem um esmero maior, seria nossa melhor partida no ano. A primeira com futebol e com resultado.

O sentimento é de frustração, mas a impressão é positiva. Se continuarmos repetindo apresentações como esta contra o Patético, a liderança será questão de tempo.

Gols e vitórias sairão, mesmo com trapalhadas da arbitragem. 

Se em outras partidas tivermos um pouco mais de competência, nem goleiros adversários, nem assistentes lerdos, conseguirão impedir a alegria tricolor. 

Saudações tricolores! 

"Pode-se identificar um tricolor entre milhares, entre milhões. Ele se distingue dos demais por uma irradiação específica e deslumbradora." (RODRIGUES, Nelson) 

13ª Rodada – Campeonato Brasileiro 

FLUMINENSE 0 x 0 Patético Mineiro 

Destaques positivos 
Como supracitado, esta foi a nossa melhor exibição do ano, do ponto de vista ofensivo. Por mais irônico que possa parecer diante de um placar 0x0. Fred, como há muito não se via, saiu da grande área, largou de ficar trocando trombadas com os zagueiros adversários, e deixou W.Nem diversas vezes em condição de finalizar. Nem, que foi outro a implantar desespero na defesa pateticana. Cansou de entortar Júnior César, e até cabeceou à la He-man no primeiro tempo. Deco, cadenciou o jogo, mas foi discreto. Carlinhos voou na lateral esquerda, deu um banho no badalado Marcos Rocha. Digão improvisado foi muito melhor que Edinho (o que não nos impressiona). Cavalieri, seguro como sempre. Gum, numa fase exuberante, foi soberano contra o bom ataque pateticano.

Destaques menos positivos 
Dos titulares, o que menos impressionou foi Thiago Neves. Apareceu até bem no primeiro tempo, mas na etapa complementar foi inexistente, tanto que foi substituído por Marcos Júnior, outro que pouco fez em campo. Wallace, apareceu pouco. Euzébio, não comprometeu, mas teve lá seus momentos de trapalhada que por pouco não comprometeram.

Pra continuar a reação...

Domingo, 29 de julho de 2012.

Na tarde deste domingo o Corinthians enfrenta o Bahia, no estádio Pituaçu. O jogo promete casa cheia: os corinthianos já esgotaram os pouco mais de 3 mil ingressos disponíveis e restam poucos aos "donos da casa".

Algumas faltas no nosso Timão podem até entristecer, mas não chegam a preocupar:

1) Chicão não vai atuar em razão de um probleminha na coxa; Walace é o substituto imediato, conta com a confiança da Nação e pode fazer grnde jogo, afinal é ex-jogador do Vitória e vai querer ganhar do seu ex-arquirrival.

2) Emerson Sheik, nosso grande homem de frente, também não vai a Salvador; apresentou, de última hora, dores no tornozelo esquerdo e vai dar lugar a uma disputa na frente: com a volta de Jorge Henrique, Romarinho e Paolo Guerreiro vão lutar para ver quem entra e se dá melhor. O primeiro, mesmo sendo nosso atual talismã, não vem fazendo gols, apesar de boas atuações; o segundo chega com moral e pode resolver nosso problema atual de centroavante. Prefiro não opinar entre nenhum dos dois. Escalaria Romarinho de titular e caso não correspondesse, Paolo Guerrreiro já na 2ª etapa da partida.
O zagueiro Chicão, que marcou gol contra o Cruzeiro, será um dos desfalques do Timão contra o Bahia (Foto: Sérgio Neves/AE).

No meio, contaremos com a volta de Douglas, voltando de suspensão. Nosso armador finalmente re-despertou seu bom futebol após aquele belo chocolate contra o Flamengo.

O adversário não vai contar com seu principal trunfo, o atacante Souza, ex-Corinthians. O veterano é o principal jogador da equipe, sendo responsável pelos gols - marcou 2 na última partida contra a porcada! O motivo da ausência é uma punição do STJD de 4 jogos que começam a ser cumrpidos a partir desta rodada.

Sorte da gente ou não, Lulinha, por motivos contratuais (salve engano, ainda mantém vínculo com o Corinthians), não vai poder atuar. Kléberson e Mancini, por motivos médicos, também não vão à partida.

As descrições acima relatadas sugere, com todo respeito ao time do Bahia, uma vitória do Timão. Da parte da torcida isso é válido. Que nossos jogadores não entrem em campo com essa mentalidade, pois o Bahia pode surpreender.

Esperamos uma vitória, assim seria a 6ª partida sem derrota. Embalando uma sequência de reação neste Brasileirão.

Vai, CORINTHIANS!!!

Vem cá, macho!

Domingo, 29 de julho de 2012.

(Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)
Ah, como FLAMENGO e domingo combinam. Tudo bem que as domingadas (saudoso Domingos da Guia!) nem combinam tanto com esse FLAMENGO de hoje em dia, tão fragilizado. Mas é o que temos e, ainda que não seja lá um daqueles FLAMENGOS multicampeões, hoje é domingo e é dia de MENGÃO. Lá vem o São Paulo, e lá vamos nós, possivelmente, com Camacho entre os titulares.

Sim, o início do trabalho de Dorival Júnior já me agrada por umas e outras. Uma delas: a possibilidade de Camacho ser mais utilizado do que vinha sendo com Luxa e com Papai Joel.

A propósito, no meu post sobre o empate com o Cruzeiro, comentei sobre a garotada do time. Disse que entre Thomás, Adryan e Mattheus, acho que o mais pronto é Thomás, depois Adryan e, por último, Mattheus. Aliás, apesar disso, acho que o filho de Bebeto, por mais imaturo que seja hoje, é o que pode nos render melhores frutos a longo prazo. Que os três sejam mantido no time e bem preparados para depois.

Mas, enfim, esqueci de usar a deixa de falar sobre os garotos para comentar que Camacho é outro que, neste time que temos hoje, tem que ser mais utilizado. Já está no time de cima há mais tempo, já encarou pedreiras, e tá mais inteiro, inclusive, que Thomás.

(Foto: Montagem / PVC)
E Dorival já sinalizou que quer usar o moleque. Deve ir de titular no jogo de hoje contra o São Paulo. Espero que mostre serviço, que articule bem e que vá ganhando espaço. Não dá para ficarmos reféns apenas de Botinelli e dos meninos ainda mais meninos.

A partida de hoje também marca um duelo que, desde que vim morar em João Pessoa, ganhou uma significação a mais. Deve ser o sétimo ou oitavo confronto entre mim e o meu amigo sampaulino Allan Hebert. E este, como quase todos os anteriores, vale mais R$ 50. É o nosso primeiro enquanto blogueiros do PVC. É especial.

Vâmo, MENGÃO. Pra cima deles. É assim que eles preferem (risos).

 Saudações RUBRO-NEGRAS! .

Que baile!

Sexta-feira, 27 de julho de 2012.

Demorei não por outro motivo... ressaca! Ressaca da cervejada que tomei ao ver o baile que o Vascão deu em cima do timinho da estrela solitária. Seedorf observou como se faz, recebeu uma verdadeira aula do Reizinho da colina. Só deu ele. Não podemos esquecer também, não acredito que vou dizer isso, do Nilton. Pela primeira vez com a camisa cruzmaltina jogou como um verdadeiro volante. Preocupou-se em roubar bolas e desarmar os ataques botafoguenses. 

O botinha se mostrou frágil defensivamente, com um meio encorpado e com um ataque inexistente. Não deu trabalho para nossa defesa. Falando na defesa, até que enfim conseguimos da um jeitinho lá atrás. Douglas e Dedé, e os laterais que chegaram estão dando conta do recado. Auremir e Willian Matheus jogando muito, para minha surpresa.

O Vasco alcançou um nível, nos últimos dois anos, de jogo que você sabe como ele atuará em cada partida, excluindo claras exceções em que o time parece que nem entrou em campo. Acho que o único time do país que também entrou nesse patamar foi o Corinthians, até há mais tempo, e conseguindo traduzir isso em títulos de expressão. Acho que o Vasco está no caminho certo.

Falando sobre o campeonato, sobre as verdadeiras chances do cruzmaltino. Estamos em uma boa fase, vencendo times fortes, como São Paulo, Santos e Botafogo. Temos o embalado Internacional fora de casa, parada dura. Acredito no Vasco, mas ao ver o jogo do Galo ontem, vi que estamos um patamar abaixo, pelo menos ofensivamente falando. Se quisermos o título, teremos que ganhar na raça, no sangue, e, claro, nos pés de Juninho, que se continuar jogando nesse nível, será o craque do Brasileirão, e poderá nos dar o penta.

Melhor que nada

Sexta-feira, 27 de julho de 2012.


Jogo interessante esse contra a Ponte Preta. Um time que não vinha muito bem das pernas, mas que sabe como poucos jogar dentro de casa. Achou um gol no começo da partida e daí pensou que tava tudo dominado.


Mas com o Sport ultimamente tudo parece que tem que ser na base da dificuldade. O time demorou muito para se encontrar na partida, mas se encontrou. A redenção veio num gol daqueles de cinema marcado pelo sempre constante Marquinhos Gabriel.

Com o gol veio a tranquilidade, mas também a Ponte parecia ter ficado com a macaca, fazendo jus ao seu mascote. No decorrer da partida o sistema de time da casa no ataque e visitante no contra-ataque prevaleceu. Só não saímos de Campinas com uma derrota porque temos Magrão. E isso é garantia de segurança... Valeu Paredão!

Pelo Sport Tudo

[FLA 0x0 por] 4... 3... 2... 1...

Sexta-feira, 27 de julho de 2012.

Mais um resultado ridículo do nosso amado FLAMENGO. Pior que um resultado ridículo contra a Portuguesa, uma atuação ridícula. O time jogou num 4-3-2-1 que mais parecia uma contagem regressiva de uma bomba prestes a explodir... 4... 3... 2... 1... BOOOOM!!!

Jaime de Almeida, interino da vez, nos montou um time com um meio em que Airton centralizado, Luiz Antônio pela direita e Ibson pela esquerda, teoricamente, seriam os cães de guarda de uma defesa frágil. Além disso, eles teriam que municiar as duas linhas mais à frente: uma com Matheus pela direita e Adryan pela esquerda e a outra com Love isolado na frente. Uma ideia bem pensada. Mas mal executada.

Ora, a começar pelo fato de que ninguém tem jogado bem nesse time, não dava para confiar que a coisa funcionaria. Mas, tirando esse claro detalhe, vamos aos demais. Luiz Antônio e Ibson, que, nessa formação, teriam que dar mais mobilidade ao time - a tal dinâmica de que falou o interino Jaime -, não conseguiam acertar os passes, não tinham velocidade. Resultado: ficamos com um hiato entre os três volantes e os dois meias.

Depois, o que podemos esperar dos garotos? Tudo bem que não temos meias experientes nesse time que nos deem esperanças de que resolveremos nosso problema. Então, que entremos em campo com os moleques mesmo. Apoio! Mas teremos que ter paciência. Matheus até mostra que tem futuro, que pode vir a se tornar um bom jogador, se bem preparado, mas, por ora, só consegue me lembrar aqueles meninos disputando interclasses em campeonatos de escola de ensino fundamental. Adryan até que se projeta um pouco mais, mas nada animador demais. Pelo menos para este ano ainda.

Thomás, Matheus e Adryan (Foto: Montagem / PVC)

E a coisa, nessas duas linhas, não melhorou com as entradas de Renato Abreu no lugar de Ibson, de Thomás no lugar de Matheus e de Botinelli no lugar de Adryan. Aliás, acrescento. Mesmo não tendo necessariamente melhorado o time, para mim está claro que entre Thomás, Adryan e Matheus, Thomás é o mais preparado. Entre os três, acho que é nele que devemos apostar mais.

Bom, e no ataque, parece que inapelavelmente Love foi contaminado pelo mal futebol praticado na Gávea. Nosso homem-gol está visivelmente fora de forma (assim como alguns outros) e tem perdido chances que não são comuns a ele. Vide o lance, ainda no primeiro tempo, em que sozinho, desmarcado mesmo, dentro da pequena área, na cara de Dida, mandou por cima uma bola fácil de mandar pras redes. Mas ele continua sendo um dos poucos, nesse time, em quem confio.

Love, em má fase: coisa rara vestindo o MANTO SAGRADO (Foto: Alexandre Loureiro / VIPCOMM)

A presença de Dorival Júnior no banco de reservas foi apenas um detalhe. Ao menos aparentemente. espero que isso signifique que ele tá com vontade de trabalhar e que vai tentar colocar ordem na casa e fazer esse time voltar a jogar futebol com um mínimo de organização. Começar admitindo que a coisa tá feia e não fazer promessas a curto prazo, para mim, já foi um ponto positivo.

Agora é se preparar pro desafio de domingo, contra o São Paulo. É tentar melhorar o time, jogar melhor, somar pontos. Já estamos mais perto da zona de rebaixamento que do G4. E enquanto o time estiver jogando mal assim, é com o grupo dos quatro últimos que teremos que nos preocupar primeiro.

Mas vâmo que vâmo! Chegada de novo técnico sempre dá certa esperança. Que não seja falsa. Que a coisa melhore. Amém.

 Saudações RUBRO-NEGRAS! .

Sem sustos, vitória contra o Cruzeiro no Pacaembu.

Quinta-feira, 26 de julho de 2012.

Tranquilho, o Corinthians enfrentou o Cruzeiro na noite desta quarta-feira no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, e conseguiu, sem sustos, um ótima vitória por 2 a 0.

Tocando a bola e construindo as jogadas, fomos chegando pouco a pouco ao gol adversário. Aos 22 minutos do 1º tempo, Jorge Henrique pegava sobra do zagueiro adversário quando foi derrubado na área. Chicão bateu a penalidade e fez o 1º gol corinthiano. Esse foi, mais ou menos, o cenário do 1º tempo, com  o Corinthians dominando o meio-campo, sem dar espaços para o Cruzeiro, que causava pouco perigo à meta alvinegra

No 2º tempo, uma esfrida na partida. O Cruzeiro arriscou uma reação, mas foi dominado novamente pelo Timão. O tempo passou e a partida ia para seu final. O 1 a 0, ainda que de pênalti, era suficiente à vitória e à soma de mais 3 pontos à campanha corinthiana. Como se bastasse...

Pra não dizerem, por aí, que ganharíamos o jogo com um gol de pênalti, Paulinho, nos últimos segundos da partida, recebeu a bola na intermediária avançou e bateu bonito de fora da área. Que golaço ein, muleque! Parabéns, pelos 24 anos de vida! A Nação dá os parabéns e agradece! O gol do nosso volante já encabeça a lista de mais bonitos da rodada!

Na defesa, Paulo André e Chicão, imponentes, afastavam os poucos riscos oferecidos pelos mineiros; Chição, em boa cobrnaça, deixou seu gol na penalidade sofrida por Jorge Henrique. Os laterais Alessandro e Fábio Santos deram garantias lá atrás, mas também iam ao ataque e ajudavam na armação de jogadas e cruzamentos. Paulinho e Ralf, fácil falar deles, aplicados como sempre! Paulinho ainda arranjou espaço pra deixar o seu; e que golaço, ein! Danilo e Jorge Henrique eficientes como de costume; a cada partida Danilo impressiona mais, como joga esse cara! Emerson Sheik e Romarinho, esforçados, não fizeram o principal objeitvo: gol. Romarinho deu lugar a Edenilson, que não teve muito tempo de mostrar algo. Paolo Guerreiro, que promete muito, entrou no lugar de Emerson Sheik e pôde sentir a maravilha de um Pacaembu lotado em dia de jogo do Corinthians com a trocida o saudando.

Uma observação importante: outro dia li um ponto de vista, talvez seja melhor dizer "análise", acerca da postura corinthiana em campo, mais especificamente no blog da corinthiana Yule Bisetto, em post após a partida contra o Flamengo. Ela, e aqui faço uma leitura, alertava uma verdade tremenda, muitas vezes esquecida por muitos comentaristas: o esquema tático do Corinthians, com sua forte marcação, ofusca os craques dos outros clubes. Dessa forma, antes de dizer que caras como o Neymar, Riquelme ou o Montillo, no jogo de ontam, não jogaram nada contra o Timão, melhor olhar para o lado deste último e dar a ele os méritos pela marcação, pelo fato de impedi-los de fazerem a chamada "diferença". Fica a a deixa.

Atingimos, com a vitória, os 15 pontos e ocupamos, provisoriamente, a 10ª colocação. O Corinthians, pouco a pouco, vai subindo...
(Imagem: Corinthians.com.br)
Não estamos para brincadeira neste Brasileirão! Daqui pra Novembro, prévia do Mundial de Clubes, tem muito chão, com muito tempo ainda de brigar pelo hexa-nacional!

Vai, CORINTHIANS!!!

Patrícia Amorim, Dorival Júnior, Portuguesa e outra mazelas...

Quinta-feira, 26 de julho de 2012.

É assunto demais pendente para um blogueiro não tão ativo quanto eu. E, confesso, também tenho sido um FLAMENGUISTA não tão presente como já fui em outros tempos e como deveria ser sempre. Mas não tanto para passar imune aos acontecimentos que estremecem a Gávea. Entre presidentes "passeando" em Londres, técnicos indo e técnicos vindo, conflitos políticos, time cambaleando em campo e protestos de torcida, a vida vai seguindo. E o FLAMENGO tem que estar, e está, acima disso tudo.

(Foto: Cezar Loureiro / Agência O Globo)
"Dia do fico... em Londres"

Patrícia Amorim não vai ficar em Londres. Ela vai aproveitar seus 10 dias de "férias" acompanhando a delegação flamenga nas Olimpíadas (a maior de um clube brasileiro), mas depois volta. Volta e continua a maquiavélica função de fu*** com o nosso FLAMENGO. De repente, aumentando a coleção de presepadas à frente do maior de todos.

Acho muito válido o movimento "Dia do fico... em Londres" que torcidas organizadas estão montando para sugerir a ela que não volte mais pra nossa casa. Outdoors em ruas, panfletos, sites, tudo que há para propagar a ideia; que seja feito!

Que o slogan se una ao "Devolvam o meu FLAMENGO", que parte da NAÇÃO expôs em faixa no protesto em frente à Gávea. Que o pedido de impeachment impetrado pelo ex-presidente Márcio Braga surta efeito. Se não surtir, que dê certo impedi-la de tentar a reeleição. Mas que algo aconteça em prol do FLAMENGO. E com essa senhora bem longe das nossas cores.


(Foto: Diego Guichard / Globoesporte.com)
Habemos treinador!

Enfim, acabou o chafurdo. Joel já foi embora, o recado de despedida a ele já foi dado, e já temos um novo treinador. Se Dorival Júnior vai resolver nossos problemas? Não sei. O que posso dizer é que este blogueiro que vos fala não acha que o novo comandante tenha o perfil ideal para estar à frente do maior do mundo. Tenho receio de que o cara não tenha peito para possíveis marras de jogador (menos mal que não temos tantos no elenco que nos ameace nesse ponto). E tenho medo, também, como sempre, que não deixem o cara trabalhar.

Mas, seja como for, quem tá no comando agora é ele, e antes que muita merda seja feita, apoio. Não queria que fosse ele, mas, entre os que estão disponíveis no mercado, quem mais poderia ser? Por ora, que as críticas fiquem guardadas. Que só apareçam quando/se for merecido. Vâmo que vâmo, Dorival! Eu, você e milhões de rubro-negros.

À Portuguesa, por favor!

Mas, antes de comandarmos o time ao lado de Dorvial, teremos que ir pra cima da Lusa, ajudando Jaime de Almeida. O interino comanda o MENGÃO no jogo de logo mais, que temos a obrigação de vencer. E há torcidas específicas deste blogueiro em mais este confronto.

Além de ver o time, enfim, jogando um futebol bonito, leve, solto - não acho que vá acontecer -, que os moleques (Adryan e Matheus) entrem bem. Parece que vamos com eles mesmo. Acho que já é hora de ir passando mais responsabilidade para Adryan, sim. Não no ataque. Estamos correndo o risco de queimar o garoto por tentar forçar a barra de escalá-lo onde não é a dele. Se é para só ter Love à frente, que joguemos num 4-5-1. Vamos ver como vai ser em campo.

E parte da torcida hoje à noite fica para que o time vá bem e convença Dorival de que Renato Abreu não tem que voltar a ser titular. No máximo uma opção, compor elenco, essas coisas. E só! E o risco é de Welinton se sair bem e recuperar a vaga - ah, meu DEUS!

No mais, vamos com o que temos. Mas vamos para cima. Obrigado, Jaime, por jogar o nosso FLAMENGO um pouco mais para cima dos adversário, como tem que ser sempre. Assim é a natureza flamenga.

MANTO no peito, torcida de sempre e vai pra cima deles, MENGO!

 Saudações RUBRO-NEGRAS! .

Injustiça!

Quinta-feira, 26 de julho de 2012.



Como o melhor time do Brasileirão perde sua invencibilidade?!

Caros tricolores, o que vimos nesta noite fria e desanimadora de quarta-feira foi o mais puro reflexo da injustiça futebolística. Estou indignado!

Como um time em que seu camisa 9 finaliza apenas uma fez ao gol não consegue balançar a rede adversária?

Nosso treinador Abel Braga deu um verdadeiro nó cego tático no pôfexo Luxa. Uma inovação que não tinha sido vista em nenhum momento nesta temporada inteira! Um avassalador 3-5-2, que ora se transformava em 5-2-3, ora em 3-4-3! Jogamos diante do Gaymio num esquema mutável, imarcável e imparável. Fomos uma espécie de Barcelona, do ponto de vista tático.

Qual equipe do futebol brasileiro tem tamanha qualidade que coloca seus zagueiros e cabeças-de-área para armar o jogo ofensivo?

Só o Fluzão, é claro. Gum, Anderson e Eusébio abusaram de lançamentos primorosos. Edinho e Fábio nos fizeram esquecer da maestria de Deco. Perdi as contas das vezes que vi enfiadas de bolas que beiravam a perfeição. E pasmem, ainda tínhamos Rafael Moura, Sóbis e Wagner no banco!

(Foto: Divulgação Fluminense Football Club)


Jogamos taticamente como Barcelona, mas não tocamos a bola como tal. Mas por que imitar um esquema que presa pelos vários toques monótonos, quando o mais interessante é acertar no máximo dois toques e entregar a bola ao adversário? Só assim podemos acionar nossos marcadores / maestros para roubar e distribuir novamente a bola. 

Jogar no 3-5-2 para acionar os alas? Muito óbvio. O Fluminense escolhe este esquema pra jogar mesmo é pelo meio! Mais um ineditismo do inventivo comandante tricolor. A vitória nos chegou a sorrir por diversas vezes, principalmente nas duas únicas finalizações defendidas pelo arqueiro do Gaymio. Mas como naquela máxima, quem não faz leva. 

Uma pena. Nem sempre os melhores vencem. Injustiças do futebol.

Que as marcas da derrota sirvam de motivação a futuras vitórias do exército tricolor!
Saudações Tricolores

“Há tantos anos juntos na vitória e na derrota, mas a certeza é de que eu nunca irei te abandonar” (Trecho Na Vitória e Na Derrota – Legião Tricolor)

12ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2012

Gaymio 1 x 0 FLUMINENSE

Destaques positivos
Wilton Pereira Sampaio. O árbitro foi destaque tricolor na partida. Primeiro por dar prioridade às faltinhas, parando muito a partida e fazendo o jogo do Flu de bola parada. Como se não bastasse, teve a consciência de dar o terceiro amarelo para Edinho, que graças a João de Deus, não enfrentará o Patético Mineiro no próximo domingo. Dos que ajudaram o Fluminense jogando pelo tricolor, o único digno de destaque é Wallace. Quando foi acionado, a promessa tricolor apareceu bem, mostrando personalidade. Mostrou também que diferente do titular da posição, sabe o que é um cruzamento partindo da linha de fundo. Aliás, outro destaque positivo na partida contra o Gaymio foi a estreia da linda camisa em homenagem aos 110 anos do clube mais tradicional do Brasil. Camisa que este blogueiro que vos escreve já garantiu para sua coleção.  

Destaques menos positivos
Poderia aqui tecer críticas individuais a cada um dos jogadores nesta primeira derrota do Flu no Brasileirão deste ano. Não farei. Pois, a meu ver, se fosse sentenciar um culpado pelo primeiro fracasso do único tricolor do mundo na competição, seria, logicamente, Abel Braga. E motivos não faltam. Não foi só a invencionisse de entrar com o esquema 3-5-2, mas a ingenuidade de entrar neste esquema sem nenhum articulador em campo. Sim! Thiago Neves, ainda que natural da posição, jogou como ponta-esquerda. Logo, não jogamos no 3-5-2, mas num ingênuo 3-4-3. Justamente diante de um Gaymio com um meio-campo mordedor. E não me venham com a desculpa dos desfalques ou com superioridade do clube gaúcho! Apesar de um bom time, o Gaymio não passe de mediano, basta olhar para a sofrível defesa. Não sei se perdemos pela burrice (ou invencionisse) de Abel, mas que ela contribuiu é inegável. Material para fazer coisa melhor, ele tinha. O banco estelar é a prova disso. A derrota desta quarta deixa a sensação de que Abelão recebeu um Camaro lindão da Unimed, mas insiste em não passar dos 60 Km/h.

Procura-se atacante!

Quarta-feira, 25 de julho de 2012.


Atuação pífia do BOTAFOGO na noite desta quarta-feira. O time foi tão ruim em campo que conseguiu dar de presente ao vasquinho os três pontos. Porque, podem dizer o que for, mas esse timinho de São Januário não merece nunca estar na posição em que se encontra.

 Hoje ficou mais do que claro que nós precisamos urgentemente de um ataque. O time até que arma as jogadas, mas não tem quem finalize. Elkeson não é atacante. Pode até quebrar um galho, mas não há condições dele ser o nosso camisa 9. Poderia até ser Rafael Marques, mas com Oswaldo de Oliveira colocando o cara aos 40 minutos do segundo tempo, nunca saberemos se ele tem futebol para ser titular.

Em relação a Seedorf, o que pudemos ver hoje foi um jogador bem mais solto dentro de campo. É óbvio que ainda não é nem 10% do que ele pode render. Mas isto não significa que ele veio para o Brasil para curtir festas e afins. O cara está apenas na sua segunda partida da temporada, precisa de tempo para se adaptar e se entrosar com o time. Mas já dá pra perceber que ele entende do assunto. Pega na bola como poucos. Ótimos lançamentos e passes. Vai contribuir e MUITO para o FOGÃO! Quem não pensa assim, das duas uma: ou não entende NADA de futebol ou é daquele tipo de gente que não sabe elogiar um rival.

Enfim, não tenho muito o que falar sobre hoje. Não jogamos bem e pagamos caro por isto. Agora cá entre nós, o vice da gama deveria pagar 10% do salário do Antônio Carlos deste mês, afinal de contas, o gol foi um presente do camisa 3 alvinegro. Temos uma sequência relativamente fácil daqui para frente. Mas do BOTAFOGO podemos esperar tudo. Apesar de só ser a 11ª rodada do Brasileirão, acho que o nosso foco deveria ser na Sul-Americana, porque se não, acho que vai ser mais um ano em branco. Antes fosse preto e branco...

Saudações Alvinegras.

Hora do adeus, parte 4: Obrigado, Alex!

Segunda-feira, 23 de julho de 2012.



Alex está no Qatar, agora é jogador do Al Gharafa.

Nosso camisa 12 não foi o craque que esperávamos no meio de campo, mas teve, com muitos méritos, sua importância crucial nesta geração histórica corinthiana. Quando entrava no segundo tempo das partidas, às vezes com o Timão em desvantagem no placar, ele "tocava fogo" na partida, bombardeando o goleiro adversário com seus chutes poderosos.
Alex em ação contra o Botafogo, no Brasileirão deste ano. (Reinaldo Canato / A.E.)
Com certeza os corinthianos lembrarão dele com muitas alegrias e orgulho. Afinal, não à toa, fez parte do elenco histórico Campeão Brasileiro de 2011 e da Libertadores de 2012.

Na campanha do título nacional de 2012 me lembro de 3 jogos importantes em que marcou gol: Vasco 2 x 2 TIMÃO, TIMÃO 2 x 2 Ceará e Internacional 1 x 1 TIMÃO. Ironia do destino ou não, em nenhum destes jogos aí o Corinthians ganhou. Mas aí entra a possibilidade: se ele não tivesse marcado, o Corinthians com certeza teria perdido os jogos, excetuando aquele contra o Ceará, no qual levamos o empate no fim da partida.

No jogo contra o Vasco que, àquela altura, já disputava a ponta da tabela com a gente, conseguimos o empate por 1 a 1 ainda no primeiro tempo. O Vasco conseguiu ficar novamente na frente do placar ao fazer o 2º gol ainda no primeiro tempo. No 2º tempo ele, Alex, em tabela com Danilo, que já tinha feito o primeiro gol corinthiano, marcou o gol de empate e conseguindo um resultado importantíssimo fora de casa. O jogo foi no "returno" do Brasileirão.

Ainda pelo returno do Brasileirão, no ano passado, o Internacional, jogando em casa, conseguiu depois de alguns lances polêmicos marcar 1 a 0 no Timão. A partida já estava praticamente perdida, quando o Corinthians teve uma bola parada ao final da partida. Alex foi o batedor e conseguiu, numa bola forte, rasteira e quicando, enganar o goleiro do colorado e deixar a partida empatada. Ele não comemorou o gol contra seu ex-clube, mas tudo bem! Isso aí é o de menos! Os corinthianos comemoraram muito o ponto ganho, numa partida quase perdida.

Foi de Alex a ótima assistência dada a Liédson que marcou o último gol do Corinthians naquele Brasileirão, fora de casa contra o Figueirense.

Alex ainda marcou na Libertadores deste ano e deu, mais uma vez, assistências, como aquela que resultou no empate corinthiano com o Santos, no Pacaembu, na segunda partida das semi-finais - que nos rendeu a vaga na finalíssima e o consequente título do torneio.

Pois é... lembraremos com orgulho de você, Alex! Você teve sua importância diferencial ao Corinthians. O desejo de cada corinthiano, com certeza, seria de ficasse aqui, como o próprio Tite pediu, mas nisso não temos muito o que fazer.

Vá em paz Alex e com a sensação de dever cumprido! Sucesso e glórias onde estiver!

De uma coisa sabemos que você nunca vai esquecer:

Aqui é CORINTHIANS!!!

Pragmatismo campeão

Segunda-feira, 23 de julho de 2012





O futebol não mudou. Continua sendo o mesmo monojogático das bolas paradas, com marcação forte, de passes longos e dependente de contra-ataques. E mesmo diante das limitações conhecidas da torcida tricolor, o Flu venceu a sexta em sete partidas. Penamos, mas batemos a Ponte Preta que deverá tirar pontos de “grandes” jogando em casa.

Somos o único clube invicto nesta altura, com um futebol “pobre”. Estamos a três pontos da liderança e a cinco de distância da saída do G4, com um esquema desanimador. Igualamos em 11 partidas, a pontuação alcançada em todo primeiro turno do Brasileirão passado. Temos o vice-artilheiro do campeonato. Somos a defesa menos vazada.

Colecionamos até esta terça parte do campeonato, estatísticas que poucos clubes conseguiram no Campeonato Brasileiro após o advento dos pontos corridos. E levado por elas, começo a acreditar que por mais que o futebol apresentado seja entediante, os números conspiram para que o Flu siga na perseguição do tetra.

(Foto: Divulgação Fluminense Football Club)


Se pragmatismo era o quesito principal dos últimos campeões (Corinthians, Palmeiras, Chelsea...), por que não passar a acreditar em Fluminense parecido e igualmente vitorioso? A vitória diante da Ponte foi o típico triunfo do clube “cascudo”, tarimbado. Não foi uma “vitória de campeão”, longe disso. Foi a vitória do time pragmático que não entrega os pontos facilmente. Que vende muito caro uma derrota. Que, dentro de seu esquema, faz tudo para somar os três pontos.

Estão deixando o único tricolor do mundo, tomar gosto pela competição. Temos um elenco forte, temos jogadores que decidem, temos um esquema pragmático, temos camisa. Imaginem quando tivermos futebol?

Tremei Vice da Gama e Patético Mineiro, o invencível exército tricolor marcha obstinado rumo à conquista do Brasil! 

Avante exército tricolor, mais uma batalha vencida de uma guerra por vencer! 
Saudações Tricolores!

“Fascina pela sua disciplina, o Fluminense me domina”, (BABO, Lamartine)

11ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2012 

Ponte Preta 1 x 2 FLUMINENSE 

Destaques positivos 
Gum, soberano da zaga tricolor. O guerreiro teve mais uma prestação acima da média. Thiago Neves voltou a jogar bem. Não só pelo gol, mas pela movimentação em campo, e importância tática que vem desempenhando, tanto na armação quanto da composição do esquema de marcação tricolor. Fred, decisivo novamente. Se almejarmos o tetra, sua presença em campo será obrigatória. Abel, após minha cornetada, escalou um banco de vergonha, com inscrição de Rafael Moura e Sóbis, que aliás voltou a atuar pelo Fluminense. Um jogador que será importantíssimo no rodízio de jogadores ao longo da temporada. 

Destaques menos positivos 
Anderson. Gosto do futebol dele, o considero um jogador regular, mas as últimas atuações têm sido desastrosas. Contra a Ponte, falhou no tempo de bola, tomou drible de Roger (!?) e por pouco não comprometeu a vitória. Edinho teve a prestação medíocre já conhecida pela torcida. Fazendo-nos orar por uma melhora meteórica do Marcão colombiano. Deco, aí sim, irreconhecível. Muito abaixo das expectativas, colecionou passes errados e não foi nem de longe o jogador que conduz o meio-campo tricolor.

Com novo esquema tático, Tricolor bate o Figueira!

Segunda-feira, 23 de julho de 2012.

Não foi aquela vitória de encher os olhos, mas finalmente o São Paulo venceu sob o comando de Ney Franco. Mas considerando que o time estava bastante desfalcado e com o ataque formado por dois garotos, a vitória sobre o Feigueirense por 2 a 0 tem que ser bastante comemorada. 

A partida foi decidida logo no primeiro ataque. Com um minuto de jogo, Jadson deu ótimo passe para Ademílson que abriu o placar. Esse foi o primeiro gol da grande aposta da Juvenal Juvêncio. Para o ditador/presidente do Tricolor, a promessa é melhor que Lucas. Tirando o lance do gol, o São Paulo não levou perigo e não foi pressionado pelo Figueira no enfadonho primeiro tempo.

O jovem atacante Ademilson comemora seu primeiro gol com a camisa do São Paulo. (Foto: Globoesporte.com)


A segunda etapa tambem foi fraca tecnicamente. O time da casa foi um pouco superior, mas pouco criou. A única jogada de perigo foi num cruzamento para área que o atacante Caio errou a cabeça e João Filipe tirou em cima da linha. E quando se encaminhava para o final do jogo, Wilian José acertou um ótimo chute da entrada da área e fechou o caixão: 2 a 0. 

Uma importante lição tirada dessa partida é que o Maior do Mundo tem que jogar mesmo no esquema 3-5-2. Foi nítida a melhora em relação ao jogo contra o Vasco. A não ser em algumas jogadas de bola parada, o Figueirense praticamente não levou perigo à meta Tricolor. João Filipe, Rafael Toloí e Rhodolfo se entenderam bem.

 Notas: 

- Dênis: Praticamente não trabalhou. Nota: 7,0 
- João Filipe: Muito bem na partida. Nota: 7,0 
- Rafael Tolói: Melhor partida com a camisa do Tricolor até o momento. Nota: 7,5 
- Rhodolfo: Seguro como quase sempre. Nota: 7,0 
- Douglas: Está evoluindo defensivamente. Nota: 6,0 
- Denilson: Fez bem o seu papel de marcar. Nota: 6,0 
- Maicon: Fraco como sempre. Nota: 4,0 
-Jadson: Um pouco melhor que nas últimas partidas. Nota: 5,5 
- Ademilson: Além do gol, fazia boa partida até ser machucar e ser substituído. Nota: 7,5 
- Wilian José: Não desperdiçou a grande chance que teve. Nota: 6,5 
- Ney Franco: Optou pelo esquema certo e escalou bem a equipe. Nota: 7,0 

Vamos São Paulo, Vamos São Paulo, Vamos Ser Campeão!

Pega o galo!


Segunda-feira, 23 de julho de 2012.


Achei que tínhamos jogado a toalha quando a venda de Diego Souza e Fágner foi concretizada. Diego é irregular, mas brilha em alguns jogos e nos dá vitórias importantes. Dava. Fágner é, na minha opinião, o melhor lateral direito em atuação no brasileiro. Era.

Jogamos com o grande Auremir na lateral e com Carlos Alberto subistituindo Showza. Deu certo. Vitória fácil sobre o peixe que não resistiu a pressão do caldeirão, que continua fazendo a diferença. Controlamos a partida em todos os minutos, não corremos perigo nenhum de perder pontos dentro de casa. Continuará assim? Acho difícil. Precisamos de um lateral direito que chegue, vista a camisa e agarre a titularidade com personalidade. Falam em Jonas, do Coritiba, e em Gabriel, do tricolor gaúcho. Prefiro o segundo, e que venha logo. 

Não gosto do Alecsandro. Mas ele ta rendendo, deixa ele lá. Mas por favor diretoria, contratem um reserva para ele. E um substituto pro Diego não é nem preciso o comentar.

Fora isso, Wendell vem rendendo muito bem, será a dupla de volantes ao lado de Nilton. O time ta encaixado. Estamos na luta. 
 

Bai, bai, Father Joel! Good look well longe de here...

Segunda-feira, 23 de julho de 2012.


Father Joel, my expensive, the naction red-black send one hug very pressed for you.

Go in the peace, but go to the far way. Far, far, far way, in the true.

Here é FRAMENGO e go be best sem you.

Dear Joel, make one well to the more big do Brazil e go to de Vasco. The cruz-badtinos are more the your face.

Be happy. Have sucess. But que be many far way da Gávea.

Take the beco, Father Joel!

Saudactions de all naction red e black!

CORINTHIANS e Portuguesa ficam no 1 a 1: nem sempre dá certo!

Segunda-feira, 23 de julho de 2012.



Peço desculpas aos leitores, neste início de post,  pela demora do texto pós-jogo. Mas confesso que tava com uns probleminhas (computador em concerto, problema pra conseguir internet), sem contar a irritação - o que não acontecia há um tempão! - pela atuação do Timão, pelo menos na primeira etapa do jogo.

O CORINTHIANS vinha de uma ótima atuação e ótima vitória em cima do Flamengo: 3 a 0; enfrentou uma Portuguesa, que não vem bem na 1ª divisão do nacional, num Pacaembu lotado (mais de 30 mil!); e, pasmem... não conseguiu vencer!

Lógico que meu sentimento talvez não seja o mesmo da maioria da nossa Nação Alvinegra, porque, afinal, é melhor mesmo comemorarmos 3 jogos sem derrota (2 vitórias e 1 empate): o que até agora não tinha acontecido pra gente neste campeonato!

Mas, pelo amor de Deus! O Corinthians sofreu uma pressão no 1º tempo! Não aquela pressão de ser bombardeado, prestes a levar gols e mais gols, mas foi tão bem marcado pela portuguesa que não conseguia armar nenhuma jogada! Poderíamos até ver uma Portuguesa a la Corinthians, longe disso, mas bem que a Lusa conseguia fazer aquilo que o Timão almejava. Algo, talvez, já esperado por mim, quando vi a formação do adversário com 3 volantes (ainda mais com Guilherme, muito flertado por nossa diretoria, mas, segundo dizem, deixado de lado).

Acontece que nesse contexto aí a Portuguesa conseguiu chegar à meta corinthiana, com alguns toques de bola e num bate-rebate a bola sobrou para jogador adversário bater bonito, sem chances para nosso Grande Cássio. Assim, a Portuguesa saia na frente. Agora, era correr atrás do prejuízo!

Depois de grande atuação e gols contra o Flamengo, Douglas não fazia boa partida até ali, errando passes e não conseguindo organizar o meio-campo frente à marcação adversária.

No 2º tempo, o Timão mudou de postura, agradando mais e me fazendo respirar aliviado. Chegando a mostrar que o empate e, talvez, até a virada seria questão de tempo.

Tite optou, antes da bola rolar novamente, pelo homem correto em campo: Jorge Henrique. Pena que tirou o homem errado: Edenilson. Welder, nosso lateral-direito reserva não fazia uma boa partida apesar do esforço constante. tentava encaixar passes, tabelas e jogadas de velocidade sem sucesso. Po**a, professor! Coloca o Edenilson na lateral-direita (lembram dele aí? Que grande atuação na lateral antes da volta de Alessandro!) e tira o Welder! Mas, até os grandes erram e esta talvez seja apenas a opinião de mais um torcedor.

Mas, que bom que o time adiantou a marcação e partiu para o ataque. Fábio Santos sempre faz a diferença na lateral-esquerda.

Numa bola parada, aos 9 minutos da 2ª etapa, Douglas conseguiu balançar a rede adversária e igualar o placar para o Timão. Jorge Henrique, esperto, ajudou nosso grande ídolo Dida, no outro lado do campo, a errar o tempo da bola e falhar.

O nosso meia Douglas conseguiu melhorar muito, comparado ao do 1º tempo, conseguiu acertar nos passes, fez o gol do empate e ainda conseguiu acertar belo chute no travessão da Portuguesa!

O Corinthians fez mais, fez o que devia: apertar o adversário para conseguir o 2º gol. Pena que dessa vez as súplicas feitas a São Jorge não deram resultado. As tentaivas seguiam-se uma atrás da outra, sendo desperdiçadas e o Timão não conseguiu a vitória. No fim, empate justo: 1 a1! Não fosssem as oportunidades desperdiçadas na etapa final...

Atrás boas atuações na defesa, apesar da infelicidade no gol sofrido: Paulo André e Chicão imponentes! Na frente atuações regulares de Emerson e Romarinho - que precisa urgentemente voltar a marcar gol, além de aparecer bem e muitas vezes na frente. Nas laterais, Fábio Santos bem na esquerda e Welder mal na direita, mas este nem sempre é assim. Os volantes Ralf e Paulinho apesar de regulares no 1º tempo, muito bem no 2º. No meio campo, Douglas permaneceu na 2ª etapa e mostrou o que devia, diferente de Edenílson que deu lugar a Jorge Henrique, que mostrou porque é adorado pela Fiel!
A disputa "dura" entre Paulinho e o jogador da Portuguesa demonstra o equilíbrio do confronto do sábado à noite, no Pacaembu.
(Foto: José Patrício/A.E.)
Confesso que minha irritação voltou, talvez sem muito motivo, pelo fato de não conseguirmos chegar à virada. Qualquer torcedor sabe que tem aqueles dias, que a bola não quer entrar de jeito nenhum... uma pena saber disso!

Conseguimos, ao fim e contudo, pelo menos uma posição na tabela: subimos para a 12ª colocação.

Destaque (1) para a terceira partida sem derrota (uma boa hora!), pois temos mais um jogo em casa na próxima rodada, pedreira contra o Cruzeiro!

Destaque (2) para o reecontro com o goleirão Dida, que hoje defende as traves da Portuguesa! A torcida, respeitosa como sempre, apaludiu de pé o aquecimento do ídolo antes do jogo no Pacamebu! Saudades deste cara que muitos pênaltis e outras bolas defendeu com a camisa do Timão, sendo campeão Paulista (2002), Brasileiro (1999), da Copa do Brasil (2002) e Mundial (2000)! Sucesso e vida longa ao Dida!

Sigamos lutando por posições acima na tabela! Como disse uma famosa blogueira corinthiana, ficamos feliz por ver, agora, que o Corinthians não vai levar este campeonato na brincadeira, por cumprir tabela ou por treinamento.

Na quarta, jogo duro (ainda bem que em casa!) contra o Cruzeiro. Pena que não contaremos novamente com nosso, agora craque, Douglas, suspenso pelo terceiro amarelo. Esperamos Jorge Henrique no time titular e, quem sabe, a estréia de alguma de nossa novas caras, Martínez ou Guerreiro.

Vai, CORINTHIANS!!!

[cru 1x0 FLA] Ser FLAMENGO é para os fortes!

Segunda-feira, 23 de julho de 2012.




Depois de mais uma derrota, fica difícil saber por onde começar a reclamar. Com tanta coisa errada no time, no clube, como escolher para onde apontar o dedo primeiro? Mais uma derrota, e olhe que, assim como aconteceu contra o Fluminense, até jogamos razoavelmente. Nem dá para dizer que fomos superiores ao Cruzeiro neste domingo, mas tentamos, insistimos, investimos no ataque, mas... Não deu mais uma vez! Como não vai dar tantas outras, mesmo que nosso time melhore umas 10 vezes. A coisa tá preta. Muito mais negra que rubra.

Do que sobra em minha mente depois de mais um insucesso em campo, só uma assertiva ainda lateja aqui: ser FLAMENGO é para os fortes. Quem é sabe. Quem não é também sabe, mas finge que não entende.

Ser FLAMENGO é para os fortes porque é preciso ter muito sangue frio para suportar tanta coisa errada que fazem com o nosso patrimônio. Ser FLAMENGO é para os fortes porque a cabeça já amanhece inchada na segunda-feira e a pressão que dizem que a torcida coloca no time, o time também coloca na torcida. Torcer para o FLAMENGO não é só bom, tem seu ônus. Ser FLAMENGUISTA é uma missão e, como tal, tem que ser bem cumprida.

Não é todo ser humano que aguenta a pressão de jogo do seu time na quarta e no domingo. E se esse time é o FLAMENGO, meus amigos, a coisa se agiganta. E se esse time é o FLAMENGO em crise... puff!!! O sistema nervoso parece uma sanfona, ao esticar-se para dar margens às esperanças de uma boa apresentação, um resultado positivo, e logo depois se retrair na angústia e na revolta de mais um blefe, de uma queda, de um desastre.

Ser FLAMENGO é para os fortes, que tombam num abismo de uma goleada sofrida para o Corinthians na quarta-feira e, quatro dias depois, no domingo, caem diante de um Cruzeiro menor. E é preciso ser forte para não invadir a Gávea e metralhar metade dos dirigentes que (sangue)sugam o que o FLAMENGO já foi. A outra metade a gente espera que vaze ao ver o que pode acontecer com eles se não entregarem seus cargos.

Para ser FLAMENGO tem que ser forte, tem que ter culhão (que me desculpem as meninas FLAMENGUISTAS), tem que dar a cara a tapa e não fugir da briga. Não é FLAMENGO quem quer. É FLAMENGO quem pode.

É preciso ser forte quando se é FLAMENGO, porque o FLAMENGO não é só um time de futebol. O FLAMENGO é política ao extremo, mais podre que o Congresso Nacional. O FLAMENGO é jogo de interesses, é notícia mais que os outros, é polêmica mais que os outros, é pressão. É pressão. É pressão.

O FLAMENGUISTA fica triste, revoltado, descrente, abatido, impotente... e reverte tudo logo em seguida. Um hora reage, um dia devolve as pancadas que recebeu.

Eu nunca fui tão triste enquanto FLAMENGUISTA. Eu vi meu FLAMENGO tomar o gol de barriga de Renato Gaúcho, acompanhei nosso vice-campeonato da Copa do Brasil frente ao Santo André, sofri o baque da eliminação para o América do México na Libertadores, fora os anos de luta contra o rebaixamento no Brasileirão. Mas nunca vi meu FLAMENGO tão carente, tão sem rumo, tão desnorteado, tão mal administrado.

E eu até suportaria ver o meu FLAMENGO cair feito outros por aí, e jogar a Segundona do Brasileiro. Mas que fosse o meu FLAMENGO. Esse administrado pela Dona Patrícia Amorim e sua corja não é o nosso FLAMENGO. Ele foi surrupiado, adulterado, esculhambado e corre sérios riscos de nunca voltar a ser o mesmo. É preciso que se resgate o FLAMENGO que sempre tivemos.

A situação é muito complicada, acabaram o tesão de torcer, a gana de sacanear o rival derrotado, a ânsia pelo próximo jogo. Mas os bons FLAMENGUISTAS hão de seguir em frente. Porque ser FLAMENGO é para os fortes. E só os fortes sobrevivem.

Saudades de você, meu FLAMENGO!

 Saudações RUBRO-NEGRAS! .