Pistas de um título nostálgico

Segunda-feira, 29 de outubro de 2012.



Supersticioso e divagador. 

Sendo um cara condizente com os dois adjetivos supracitados, me peguei um dia desses pensando na campanha avassaladora do Fluminense neste Brasileirão. 

Conclui orgulhoso, o óbvio: irretocável!

Fui além. Comecei a projetar as cinco batalhas que nos darão o título. 

E foi nesta projeção que, num desabrochar transcendental, começaram a irromper semelhanças deste Fluminense com os outros três “Fluminenses” tricampeões brasileiros. 

Tudo começou com “pegaremos São Paulo e Palmeiras fora de casa na reta final. E se quisermos chegar à última rodada com folga ou quem sabe já com o tetra debaixo do braço, precisamos de bons resultados lá, assim como conseguimos em... 2010!”. 

A partir daí as coincidências entre as campanhas que pintaram o Brasil em verde, branco e grená e a deste ano, as semelhanças entre os times que nos levaram ao tri e este que pode nos levar ao tetra, foram fluindo naturalmente. 

Como não enxergar o Fluminense de 1970 neste Fluminense pragmático de Abel Braga?!

Mickey, armadura branca e mesmo rival  (Foto: Arquivo / Agência O Globo)

O Fluminense que não dava espetáculo, que jogava para o gasto, que começou a falhar na hora dos confrontos mais duros (diretos), que fazia a própria torcida tricolor duvidar da qualidade do time, da envergadura pra ser glorioso. 

“E o Atlético Mineiro, time do futebol com pinta de campeão!”. Diziam a mesma coisa em 70. Todos sabem o final da história. Sendo humilde, pragmático, o Fluminense não precisa se preocupar em dar espetáculo. Basta ser objetivo, conciso, vitorioso. 

E as nuances de Félix em Cavalieri? 

E o que dizer de Sobis? O craque vindo dos gramados do Sul considerado reserva que decide quando entra. O cara alternativo, que foge do padrão boleiro comum. Ou estaria eu descrevendo o iluminado Mickey? 

Como não ter a grata recordação de que em 1984 fomos campeões cariocas e faturamos o Brasileiro?

 Um Fluminense e Vasco, uma vez mais, decidindo o campeonato (Foto: Sebastião Marinho)

É impossível não perceber a particularidade daquele time redondo, entrosado, cascudo, com este Fluminense versão 2012. Descrito à época como, o time de disciplina tática impecável, onde todos sabiam o que fazer dentro de campo. É impressão minha ou vemos algo semelhante no Flu de Cavalieri, Nem, Fred e Cia? 

Não há em Gum, um pouco de Ricardo Gomes? E em Carlinhos, um quê da ousadia de Branco? 

Difícil não lembrar que em 1984 decidimos a nossa história contra o Vasco, e que em 2012 decidiremos nosso tetra diante da caravela malfadada ao naufrágio. 

E quanto ao nosso pavilhão? Em 70, relegando a união de cores mais tradicional do Brasil, fomos campeões trajando o branco como armadura. Exceto por birra dos cartolas tricolores, dificilmente enfrentaremos o Vasco vestidos com o pavilhão mais bonito do futebol mundial, diante da “interdição” da duvidosa camisa tricolor 2012. 

E o que dizer da partida decisiva deste ano? Órfãos do Marcanã, nós, tricolores, poderemos uma vez mais comemorar um título brasileiro no Estádio Olímpico João Havelange. Assim como em 2010.

Juntos pelo tetra e a possibilidade de mais um brasileiro no Engenhão (Foto: Reprodução Sportv)

E aquelas semelhanças que parecem marcas do destino, convergências do sobrenatural que insistem em presentear os tricolores com casos repetidos ao longo dos anos gloriosos? 

Didi, Delei, Deco. 

Samarone, Assis, Neves. 

Cafuringa, Romerito, Nem. 

Flávio, Washington, Fred. 

E as coincidências não paravam. 

Meu devaneio me levava por quantos mais caminhos minha recordação tricolor sugerisse. Não havia lacuna que não fosse preenchida com alguma semelhança histórica. 

Praticante convicto das minhas crendices futebolísticas, que independem de qualquer religião, só pude encontrar uma explicação plausível para toda essa divagação que me arrebatara. 

Não eram meras coincidências. 

Eram pistas. 

Dicas, amostras, indícios. 

Tricolores, eu vos confidencio. 

Longe de mim, querer ser profeta. Nunca hei de ser, e nunca ninguém haverá de ser. 

Não mais. Não após o único e eterno profeta tricolor ter existido e nos deixado. 

Mas acredito que, como tal, consegui enxergar o óbvio. 

A história urra. Seremos campeões! 

Saudações tricolores!

“Se quereis saber o futuro do Fluminense, olhai para o seu passado. A história tricolor traduz a predestinação para a glória”, (NELSON FALCÃO RODRIGUES).

Análise da Rodada #33


Herói excluído, mão boba e coisas que só acontecem no Brasil.

No ritmo da volta de The Walking Dead, o Brasileirão resolveu homenagear e a rodada 33 foi a segunda rodada zumbi consecutiva. Uma rodada mutilada. É por isso que vamos aos nove jogos que aconteceram...

Na quinta-feira, tão certo como o telefone tocar quando você entra no banheiro, veio mais um vitória do Fluminense e com um certo sufoco. Wellington Nem brilhou, e com a ajuda de Deivid, em dias de Flamengo, o Flu sapecou 2 x 1 nos Coxas Brancas, o suficiente pra ensaiar o grito de...

(Foto: Nelson Perez / Fluminense. F.C.)

Na segunda vila mais famosa do mundo, um 0 x 0 de irritar, Neymar. Agora sem Ganso, o garoto moicano é o “patinho feio” as avessas do time. Seus companheiros pareciam nós que vemos o jogo e ficamos esperando o brilho do craque, ninguém se movia, esperava os ágeis movimentos, as firulas e a técnica aparecerem. E ela tirou folga, não era o dia. Era dia mesmo do Náutico mostrar pra quê veio fora de casa. Kieza perdeu um pênalti, cobrou na trave e mostrou que vitória boa se faz em casa.

Ainda na quinta a Macaca conseguiu a paz, segunda vitória seguida, Roger fazendo gol e permanência na série A garantida. O Cruzeiro, sem ambiçao, se contentou há tempos com o meio da tabela, fazendo questão de perder quando vai longe de seus domínios.

Jogando em casa o Corinthians aprontou mais um 1 x 0 e dessa vez aproveitou pra emplacar a quinta derrota consecutiva do Vasco, que em 5 jogos foi de 4º a 7º e dá adeus as chances de Libertadores, enquanto o bando de loucos se prepara para atravessar o mundo.

No jogo mamilos da rodada, o Palmeiras bem que lutou, mas foi o Inter que saiu feliz. O colorado venceu e ainda aspira chances remotas de conquistar uma vaga na Liga dos Campeões Latina. Apesar de toda luta, o verde da esperança vai se apagando. E fica a pergunta, na situação em que está o Palmeiras, gol de mão, vale ou não!?

 (Foto: Wesley Santos/PressDigital)

Em um jogo ruim de pontaria, Figueirense e Portuguesa não tiraram o zero do placar. O Figueira vai cada vez mais se consolidando rumo a série B. A Lusa vai somando pontos preciosos, não perde há 4 jogos e nas últimas 3 partidas não sofreu gol. Nem fez.

Na Ilha o Sport bem que poderia colocar mais molho na luta contra o rebaixamento e na briga pela Liberta, até que tentou, mas o que se viu foi Lucas desencantar, o São Paulo vencer e dar um grande passo rumo as Américas. Para o Leão da Ilha resta ainda esperanças na luta contra o descenso.

Talvez tarde de mais, mas o Botafogo vem subindo, só que não conta com a colaboração do São Paulo. Suspeito inclusive que a estrela solitária esteja sendo ajudada. Calma, sem “chorôrô”. Suspeito que lá de cima o grande Chico Anysio, que era vascaíno, resolveu ajudar o Fogão e apareceu o Bruno Mendes, o Coalhada botafoguense. Vem decidindo e jogando bem. Quase ia esquecendo, o adversário foi o Atlético, aquele de Goiás, que vai pra série B. 4 x 0 e muito fácil.


         Bruno Mendes dedica gol a Luciano Cartaxo, 
            prefeito de JP e torcedor do Bota. (Marcos de Paula/AE)


   

Bruno Mendes se fantasia de Chico Anysio para 
comemoração depois do jogo. (Reprodução)


O tricolor de aço empatou com o Grêmio em casa e somou ponto importante para escapar da descida. Ruim para o Bahia que perdeu Gabriel durante o jogo . Já o tricolor gaúcho, que não perde há 10 jogos, segue firme buscando o vice campeonato e contou com mais de 3mil torcedores na casa do inimigo. Quanta festa!! 

Reta final, campeonato chegando ao fim. Só falta mais um pouco de pimenta para acirrar as disputas. Não por parte da arbitragem, obrigado!!


Agora vai!

Segunda-feira, 29 de outubro de 2012.



Salve, Guerrero!

Há quanto tempo não ganhávamos com um gol de centro-avante?
Paolo Guerrero comemora seu prmeiro gol no Pacaembu, dando a vitória ao Timão (Foto: Miguel Schincariol/AE).


Fazia um tempinho, também não víamos o nosso Timão jogar quase completo, com os titulares, passar tanta confiança e vencer com tranquilidade.

É caro amigo, o Corinthians que venceu o Vasco nos fez lembrar o Corinthians campeão da América!

Ralf implacável na marcação ali no meio campo, Paulinho procurando jogo, Cássio com ótimas saídas nas bolas aéreas, Fábio Santos com segurança na esquerda e Alessandro firme e experiente na direita, apesar dos sustos de sempre

Do lado adversário, um time com fama de vice, em decadência no Brasileirão e que vê se afastar cada vez mais a vaga para a Libertadores do ano que vem, cedendo a vaga, inclusive, para os Bambis (hunnnnnnnnn!) ou para os chorões colorados do Sul.

No início dos verdadeiros testes para o Mundial, Tite começa a dar opções para a linha de frente. O ataque, segundo nosso Professor, é o setor onde ainda resta dúvidas - emos de concordar com isso!

Um esquema com uma "Camisa 9" começa a se desenhar e, na minha opinião, o peruano Guerrero vai conseguir seu espaço.

Douglas, agora incerto como titular, buscou e fez uma boa partida, mesmo perdendo dois gols claros. Ele terá suas chances de fazer por merecer a titularidade, mas terá que colocar o "pé na forma" - como costumamos dizer por aqui.

Realmente sentimos falta dos tempos de ouro do Levezinho (alguns dos leitores talvez me achem um puxa-saco do cara!), há pouco muito comemorados por nós alvinegros... mas, comemoremos agora o terceiro gol de Guerrero neste campeonato e seu primeiro no Pacaembu, depois de tanta insistência!

Na próxima rodada, no domingo, enfrentaremos o Atlético-GO fora.

Aguardamos ainda por Danilo, nosso maestro, e Emerson, titular absoluto...

Vai, CORINTHIANS!!!

Lucas e mais dez! Pelo menos até dezembro.

Domingo, 28 de outubro de 2012.



Saudações tricolores, com uma mão e meia na vaga da Libertadores.

Ontem o São Paulo não deu a mínima para a pressão da Ilha do Retiro, muito menos para a situação de desespero em que o Sport se encontra. Por sinal penso ser muito difícil o leão escapar do rebaixamento, o que particularmente acho uma pena. Não gostaria que nenhum time do nordeste fosse rebaixado, mas isso são outros quinhentos.



O Tricolor venceu com autoridade e  sem sofrer pressão, mesmo jogando fora de casa. Apesar de ter levando o primeiro gol de cabeça, conseguiu virar com uma bomba de Lucas de fora da área e contribuições valiosas do goleiro do time pernambucano, Saulo e da zaga do Sport.

No segundo tempo a linda tabela entre Lucas e Fabuloso proporcionou que o camisa 7 tricolor marcasse seu terceiro gol na partida.

Ainda sofremos um gol resultante de um pênalti pra lá de contestável, mas fora isso, sem maiores sustos a meta de Rogério.
 
O grande mérito da partida foi dominar as ações em campo, jogando longe de nossos domínios. Em uma rodada que foi muito boa para o tricolor com a derrota do Vasco e o Empate do Grêmio. Continuo pensando que podemos brigar por algo além da quarta posição na tabela. Pena que título já era.

Quanto a Lucas, o moleque vai fazer muita falta. Porém o que mais me surpreende nele é sua entrega e profissionalismo, mesmo já estando vendido não se esconde em campo e não foge de uma dividida. Jogar bem ou mal depende de diversos fatores, mas no caso de alguém talentoso como ele, dificilmente atuações ruins se repetem.

Vamos com moral no domingo para enfrentar o líder Fluminense no Morumbi e quem sabe colocar um pouco de emoção no campeonato? Jogo promete bastante equilíbrio.


Fácil, extremamente fácil!

Domingo, 28 de outubro de 2012.



Esqueçam o que eu falei no post anterior sobre aquele ter sido o jogo mais fácil. Ontem foi o jogo mais fácil do campeonato. Não esperava muita coisa do time goiano, mas foi bem mais tranquilo do que eu imaginava. O Botafogo conseguiu se impor do começo ao fim do jogo, contou novamente com boas atuações da parte ofensiva e bateu mais um prego no caixão do Dragão. 

O time jogou pra frente, sabendo que o gol sairia a qualquer momento. Era só questão de tempo, de acertar o último passe e tudo daria certo. E tudo isso aconteceu numa bela jogada com Lucas cruzando para Bruno Mendes, que de calcanhar passou pra Lodeiro que ajeitou pra Seedorf marcar. Na rodada passada foram exatamente esses 3 jogadores que destaquei no nosso setor ofensivo e dessa vez repetiram a dose. O holandês marcou seu oitavo gol com a camisa mais gloriosa do mundo e Lodeiro é quem mais deu assistências no time mesmo só tendo jogado doze partidas. 
O gol nos mostrou como o Botafogo deveria ter jogado todo o campeonato: descida dos laterais, nosso atacante se apresentando pro jogo dentro da área, os meias chegando mais na frente com um sendo o elemento surpresa para finalizar a gol. Infelizmente, em jogos passados não tivemos esse mesmo poder de infiltração e ficávamos rodando a bola na intermediária do time adversário sem muita objetividade. 

Mas hoje é dia pra falar da vitória e tudo ficou mais tranquilo quando Andrezinho bateu falta na área e a maior revelação do campeonato subiu para marcar seu primeiro gol no time profissional. Torcia muito para que Dória marcasse seu golzinho ainda nesse campeonato, pois isso dá mais confiança pro jogador. É como uma premiação para as boas atuações. 
E foi exatamente com esse gol que o primeiro tempo tem seu fim: 2x0!

(Crédito: Bruno de Lima / Lancenet)
E o segundo começou como acabou a etapa inicial. Com assistência de Jefferson(vale assistência com o goleiro tocando com as mãos?), Gabriel avançou todo o campo sem ser incomodado e bateu pro gol. A bola desviou no zagueiro e morreu no fundo das redes. Assim como Dória, Gabriel marcou seu primeiro gol no time principal: uma premiação para as boas atuações. 

Por fim, faltava o dele. Jogo do Botafogo hoje em dia sem gol de Bruno Mendes não tem mais graça! Ele ainda se afoba com algumas bolas, tentando jogadas que não são as mais corretas, mas mesmo assim se mostra um jogador com um ótimo potencial e boa movimentação. Aparece em todos os lados da área, sempre dando opções para o resto do time e como todo bom atacante não tem medo de arriscar. Chute de fora da área e tá lá: Botafogo 4x0 Atlético-GO. Placar final.

De negativo, temos dois pontos: A lesão de Seedorf e a derrota do Ixpórtê. 

Realmente espero que a lesão do holandês não tenha sido grave e ele possa voltar logo aos gramados. É de extrema importância ao time e fará muita falta.

E ontem eu realmente esperava que o time pernambucano fosse aprontar pra cima das tricoletes paulistas. Ao menos um empate eu achei que iria acontecer. Ficou tudo mais complicado, quase impossível, mas se nós torcedores não acreditarmos, quem vai, né? 

Saudações Botafoguenses!

Feliz FLAMENGO, Nação Rubro-Negra!

Domingo, 28 de outubro de 2012.

28 de outubro. Dia do FLAMENGUISTA.

Comemoremos, Nação. Não a fase, que é feia, ruim, que renega o que o FLAMENGO é de verdade. Mas festejemos o próprio FLAMENGO, motivo maior da nossa alegria.

Vistamos o MANTO. Eu mesmo já o fiz hoje, ainda antes do sol nascer. E ao me cobrir com o pano preto e vermelho, o fiz como o menino de 12 anos: verdadeira e puramente.

Foi no dia 25 de dezembro de 1995 que vesti o MANTO SAGRADO pela primeira vez. E foi como se fosse de uma vez por todas. A partir dali, passei a ser FLAMENGO irrepreensivelmente.

De lá para cá, vesti tantas outras camisas listradas em preto e vermelho na horizontal com o CRF cravado em branco do lado esquerdo do peito. E convoco todos para que façamos isso hoje. E sempre!

"Saudemos todos com muito ardor o pavilhão do nosso amor: preto e encarnado, idolatrado, de mil campeões, do vencedor" (hino oficial).

Façamos isso hoje. Neste 28 de outubro. Que é o dia do mais feliz de todos os torcedores do mundo. Mais feliz pela grandeza de torcer para o time certo. Pela honra de ter sido escolhido. Pela dádiva de ser FLAMENGO.

Dia do FLAMENGUISTA. Que bem podia ser 17 de outubro (de 1895), quando nasceu o imortal FLAMENGO. Ou 24 de dezembro (de 1911), quando começamos a jogar o futebol mais apaixonante de todos. Ou 29 de outubro (de 1944), dia em que Valido, com 39 graus de febre, fuzilou o Vasco e nos deu nosso primeiro tri carioca. Ou 4 de novembro (de 1979), quando Rondinelli cravou de cabeça, também contra o Vasco, o gol do nosso terceiro tri carioca. Ou 13 de dezembro (de 1981), por marcar o momento da nossa conquista mundial. Ou 6 de dezembro (de 2009), quando hexageramos.

São muitas datas flamengas. Todas elas, talvez. Ratifico: todas elas, com certeza. Pois seja quando (e onde) for, há de haver sempre um FLAMENGUISTA sendo FLAMENGO na mais completa acepção da palavra.

Haverá sempre crianças, negros, médicos, desdentados, gays e enfermos proclamando o nome do FLAMENGO. Nunca em vão. Há em qualquer lugar alguém de coração preto e vermelho, grato por ser FLAMENGO.

Oremos. Peçamos a São Judas Tadeu pelo FLAMENGO. Que ele nos conceda a fuga de dirigentes corruptos e de fases ruins pelas quais tantas vezes já passamos. Mas que ele, acima de tudo, nos preserve como somos: FLAMENGUISTAS haja o que houver e apesar de qualquer pesar.

Abracemos o FLAMENGO neste Dia do FLAMENGUISTA. Envolvamos nosso corpo com o MANTO e defendamos o FLAMENGO, que será sempre a nossa causa invencível.

Feliz dia, Nação! Feliz FLAMENGO para todos!

 Saudações RUBRO-NEGRAS!

Fácil!

Quinta-Feira, 25 de outubro de 2012.



Ontem foi o jogo mais tranquilo do campeonato, até mesmo que os 3x0 contra o Bahia na 8a rodada. Claro que dizer isso antes da partida é arriscado, mas após o jogo ficou fácil de afirmar. O Figueirense até que tentou, teve algumas boas chances, mas não é a toa que está na situação em que está. O time é fraco e vai para o lugar que merece.

Mas estamos aqui para falar do Botafogo.
(Crédito: AGIF)

Tínhamos a obrigação da vitória contra o virtualmente rebaixado time catarinense e não decepcionamos. A parte defensiva teve algumas falhas, mas nada que atrapalhasse. AC e Dória estão pegando o entrosamento certo pra uma dupla de zaga e a tendência é só melhorar daqui pro fim do campeonato. Destaque para o fato de não levarmos gol: não sabíamos o que era isso há 6 jogos. Jefferson continua sendo o melhor goleiro do Brasil e um dos melhores do mundo. A surpresa ficou por conta da atuação de Lima, fazendo com que ele entrasse para a seleção da rodada do GE. 

No sistema ofensivo contamos com as ótimas atuações de Seedorf, Lodeiro e Bruno Mendes. Óbvio que jogar contra a zaga do Figueira não é nada demais, mas não podemos ser ranzinzas e deixar de elogiar. O time mostra uma evolução ofensiva muito boa desde a partida contra o Grêmio e não por acaso isso se deve a entrada de Bruno Mendes no time titular. 

O garoto é bom de bola e merece todos os elogios que recebe. Era exatamente o que estávamos precisando. Ele chegou ao clube antes da partida contra o Corinthians na rodada 26 e se tivesse tido chances antes, poderíamos estar em melhor situação atualmente. Porém, não adianta chorar pelo leite derramado. O que importa é que ele tá mostrando seu valor e nos ajudando rodada após rodada. E o melhor é que só tem 18 anos. A perspectiva é que melhore para o futuro. 
Nossa dupla de gringos também fez bonito. Lodeiro e Seedorf mostraram que são importantes e que jogam muita bola. Serão fundamentais nesse fim de campeonato e espero que a fase de ambos só melhore. 

E como eu disse no post anterior, nossa sequência de jogos até o fim do campeonato é a mais fácil de todas. Nosso próximo confronto é contra o rebaixado Atlético-GO em casa e só consigo ver os 3 pontos na nossa frente. E apesar de ainda ser complicado, estou com meu binóculo em mãos pra não perder de vista o G4. Nessa rodada os bambis darão uma bambeada e levarão um sacode do Sport. E se tudo der certo, acabaremos a rodada apenas 5 pontos do G4: a menor distância desde a rodada 26, quando estávamos a 4 pontos da quarta colocação. Continuo acreditando que chegaremos lá!

Saudações Botafoguenses.

Zinho: maior ídolo do atual FLAMENGO

Terça-feira, 23 de outubro de 2012.


Zinho é f***! Sem mais.


 Saudações RUBRO-NEGRAS! .

Análise da Rodada #32

Por João Neto
Flamengo 1 x 0 São Paulo

Talvez a melhor partida do Flamengo sob o comando do já contestado Dorival Júnior. O time ainda não é digno do que a torcida merece. Mas, ao menos, deu clara demonstração de que vai lutar contra o rebaixamento até o fim. E acho, inclusive, que o rubro-negro não cai mais. Para desespero de muita gente. Já o São Paulo vai ter seguir torcendo para Luis Fabiano e Lucas estarem em dias inspirados. Caso contrário, a coisa fica feia.

Atlético Mineiro 3 x 2 Fluminense

O Fluminense foi cirúrgico como sempre. Aproveitou as pouquíssimas chances que teve. Contou mais uma vez com o talento individual de alguns dos seus craques. Fred, sempre. Wellington Nem, às vezes. Diego Cavalieri, eternamente. Mas, do outro lado, Ronaldinho Gaúcho estava inspirado. E quando ele está em estado de graça, não dá. Comandou o Galo brilhantemente. Grande jogo, digno de líder e vice-líder da competição.

Palmeiras 2 x 0 Cruzeiro

O pesadelo continua, apesar da vitória. Barcos, novamente, decidiu. Fez dois gols e deu mais um passo rumo ao posto de ídolo recente da história alviverde. Mas ainda é pouco. O Palmeiras segue em situação crítica. Vai precisar de um milagre para escapar do rebaixamento. Independente do momento ser complicado, um time da grandeza e força do Palmeiras jamais pode ser descartado. E o Cruzeiro, hein?! Cada vez menor. Cada vez mais inexpressivo. A cara do seu treinador.

Corinthians 1 x 1 Bahia

Sem comentários. Só merecia algo mais expressivo se Zizao novamente entrasse. Como não, graças a um erro grotesco do clube, minha análise será tão medíocre quanto o próprio jogo.

Grêmio 0 x 0 Coritiba

Ataque contra defesa. Ou melhor. Ataque desordenado contra uma defesa sólida e de fazer inveja. O Coritiba foi forte, valente e, mesmo jogando com um a menos(Marcel não tem a mínima condição de ser jogador de futebol), segurou o Grêmio em pleno Estádio Olímpico. Luxemburgo e cia, com este resultado, praticamente deram adeus às chances de conquista do título.

Náutico 0 x 0 Portuguesa

Uma zebra. Para mim, sim. O Náutico é muito forte dentro de casa. Os números falam por si só. E a Portuguesa, que veio com o rebaixamento quase decretado, depois da pífia campanha no Campeonato Paulista, pode-se considerar quase garantida na 1ª divisão.

Ponte Preta 1 x 0 Santos

Neymar em campo. Para muitos, certeza de vitória. Desta vez, não. O melhor do Brasil quebrou a bola. Fez a pior partida dos últimos anos com a camisa santista. O resultado, então, não poderia ser diferente. Sorte da Ponte Preta, que, assim como a Portuguesa, veio para não ficar, e vai ficar.

Atlético-GO 0 x 1 Sport

O Sport respirou, mas não vai ser suficiente. Vão morrer abraçados, mesmo que não se enfrentem na última rodada. Adeus para os dois.

[FLA 1x0 spa] Domingo para FLAMENGUISTA ver...

Segunda-feira, 22 de outubro de 2012.



Já que, de novo, não dá para mim, de novo segue o que meu amigo Kbça achou da vitória do MENGÃO sobre o São Paulo.

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"Enquanto o Flamengo continuar jogando bem, vou continuar mantendo a linha de raciocínio. E o Mengão está constante.

Independentemente do resultado, o time tem tido mais passe de bola e finalizado mais. Nos dois últimos jogos, vi aquele toque de bola que me encantou e que fez com que eu me tornasse um torcedor ainda mais ferrenho do time. E que toques lindos: sem muita plástica, mas com muita velocidade e objetividade. Lembro bem de um lançamento perfeito que Renato Abreu fez para Wellington Silva . E de uma virada de bola de Wellinton Silva, que deixou Ramon com um espaço enorme para atacar. No campeonato, o Mengão é o segundo time que mais dá passes e o segundo que mais acerta passes, ficando, nos dois quesitos, atrás do São Paulo, o adversário deste domingo.

E que domingo! Jogadores saindo de campo sorrindo (e até acho que sairiam mesmo que tivessem perdido) por terem jogado tão bem. O Flamengo foi superior o tempo todo, tanto no ataque quanto na defesa. Atacou desde o começo, e com uma arma que eu nunca mais tinha visto o time usar: o chute de fora da área. Renato Abreu, jogando mais solto, teve mais chances.

E tu, Vagner Love?! Mais um "balaio" de gols perdidos. E mesmo assim saiu satisfeito de campo. Todos devem estar reconhecendo o trabalho e a luta do artilheiro do amor. O time parece unido e, se continuar jogando bem, não deixarão que ninguém perceba a má fase do artilheiro ou as "pixotadas" de Amaral. Amaral é jogador de defesa e não tem nada que ficar subindo ao ataque. De onde será que Dorival tirou a ideia que ele é melhor que Luiz Antonio? Posso até questionar, mas não vou contrariar o treinador que fez meu time tocar bem melhor a bola. 

Mas o destaque da partida, sem dúvida, foi a defesa, com o chileno/carioca (ou carioca/chileno?) e xerifão Marcos Gonzalez, seu fiel escudeiro Renato Santos e "Felipe "Paredão" Ventura (descobri agora o nome dele) . E perguntarão: só porque fez o gol? Só quem não assistiu pode falar isso. Nossos laterais (em clara e constante evolução) estavam atacando muito bem, mas por várias vezes deixaram os ligeirinhos Lucas e Osvaldo passarem. Osvaldo estava pelo lado direito de nossa defesa e deitava e rolava no seu marcador, mas quando passava só via duas coisa: ora a linha de fundo, ora Renato Santos. Lucas, o mais perigoso, não tomava conhecimento de Ramon, mas esbarrava em desarmes (perigosos) precisos de Gonzalez, nesta que deve ter sido a melhor partida do defensor em termos técnicos. Quando passavam, lá estava Felipe, que até pênalti pegou (e que fez Luiz Fabiano desistir das cobranças e passá-las para o capitão Rogéio Ceni).

E o São Paulo!? Me desculpem, mas não o vi jogar!

Vâmo, MENGÃO!"
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Perder nunca é bom, mas existem momentos que é menor pior.




Após uma ótima sequência de quatro vitórias seguidas, e com elas nossa entrada no G-4, o São Paulo foi derrotado na tarde de ontem pela urubuzada no Engenhão.

Não foi um grande jogo, muito pelo contrário, porém foi um jogo equilibrado na primeira etapa, com chances para ambos os lados, inclusive com um pênalti cobrado por Luis Fabiano e defendido pelo rei da firula, Felipe.  Não acho justo condenar o atacante, afinal só perde pênalti quem bate. E como não é segredo pra ninguém Luis Fabiano não se esconde na hora que o bicho pega.

Wilton Júnior/AE


Na segunda etapa, com a saída do Fabuloso por contusão na coxa (novamente) e a entrada de Douglas o time se propôs a jogar sem um homem de referência na frente, apostando no contra ataque em velocidade, porém o sumido Jadson e os pouco expirados Oswaldo, Lucas e o próprio Douglas não corresponderam as expectativas.

O Flamengo dominou a segunda metade do jogo e marcou seu gol de cabeça em um lance de bola parada, dando números finais a partida.

Enquanto esteve com força máxima em campo o São Paulo esteve bem, o jogo foi parelho. Logo não acho que cabem críticas ferrenhas  ao time após uma derrota que pode ser considerada normal dentro do contexto do campeonato. Perdemos no momento que poderíamos perder.

Temos outro jogo difícil contra o desesperado Sport na Ilha do Retiro. Se faz mais do que necessário somar pontos nas próximas partidas para garantir nossa vaga na Libertadores 2013.  Na sequência enfrentaremos o líder Fluminense no Morumbi e o Grêmio no Olímpico. Ou seja, não tem mais jogo fácil.

Novo vacilo, mesma história.

Segunda, 22 de outubro de 2012.





Nada de se preocupar com a porcada! Essa é a máxima a ser seguida, afinal, como disse Jorge Henrique na sua volta, "estão pagando por 2010"!

Se bem que, vacilando mais uma vez, e em casa, acabamos ajudando mesmo nossos arquirrivais que podiam estar bem mais complicados.

Acontece que, querendo ou não, considero mais um resultado vergonhoso. Mais 3 pontos desperdiçados em casa, mantendo todo respeito com a equipe do Bahia que não é lá essas coisas.

Ao final do Brasileirão qualquer posição na parte mais de cima da tabela será considerada como dever fundamental do atual campeão Brasileiro e das Américas!

Méritos sejam dados ao goleiro Marcelo Lomba, que estaja numa noite inspirada!

Críticas sejam feitas ao nosso ataque que, mesmo contando com Romarinho, Martínez e Guerreiro, e depois com Jorge Henrique, não conseguiu construir uma vitória numa equipe ameaçada pela zona de rebaixamento.

Douglas comemora seu gol (Foto: Márcio Fernandes/AE).


Podemos dizer que acabamos sendo salvos por Douglas que marcou em cobrança de penalidade logo aos 10 minutos de jogo - já os Bambis não podem dizer o mesmo da parte de Luís Fabiano! #Chupetinha!

Acabamos levando o empate em jogada de bola parada, mas nós, fiéis, não cansamos de cantar, gritar, pular e incentivar nossos representantes ali dentro do gramado... pois ainda sabemos que, diferente dos outros, ainda preferimos ver nosso Timão sair vitorioso do que torcer, prioritariamente, pela desgraça alheia.

Nada que chegue a desesperar, contamos com uma postura diferente a partir da próxima rodada, diante dos fregueses cruz-maltinos, quiçá até ma ajudinha aos tricolores de nossa capital.



No nosso objetivo principal, o Mundial de Clubes da FIFA, já temos a notícia de que nosso adversário na semifinal, a ser disputada no dia 12 de dezembro, começa a ser definido: o campeão africano sairá até o começo de novembro da disputa final entre Espérance ST, da Tunísia, e Al Ahly do Egito; o campeão deste confronto esperará, nas quartas de final, o duelo entre Auckland City, da Nova Zelândia, e o Campeão Japonês, representante da "casa".

Sigamos a caminho do Bi-Mundial!

Vai, CORINTHIANS!!!

Patético

Domingo, 21 de outubro de 2012.



Perdemos. 

Fomos amplamente dominados ao longo dos 90 minutos de jogo. 

Nenhuma vergonha nisso. 

O Patético tem o melhor futebol do campeonato e jogava dentro dos seus domínios com um estádio lotado o empurrando para vitória. 

Tem um dos melhores elencos, tem um fora de série, tem um ótimo treinador (ainda que estigmatizado). 

Só não tem, DEFINITIVAMENTE, a melhor torcida. 

Muito menos diretoria. 

Como tricolor, e antes como um cara apaixonado por futebol, garanto que o Patético tinha todas as condições de brigar pelo título com o Flu de maneira limpa. 

Tinha. 

Ao ver o único tricolor mundo brocar todo adversário que aparecia pela frente e não ver rendimento parecido por parte do maior dos menores, a pobre torcida pateticana (incluo aqui as viúvas de olho gordo que suportam a mulambada, o vice e o menor dos maiores) começou a encontrar um “culpado” para a forma avassaladora tricolor.

A arbitragem. 

(Foto: Nelson Perez / Fluminense Football Club)




Após “erros” (na sua grande maioria lances INTERPRETATIVOS) de arbitragem que favoreceram o Fluminense, estava montada a falácia. 

"A CBF deu o título brasileiro ao Fluminense". 

Falácia repercutida pela imprensa, adotada nas mesas de boteco, admitida como verdade absoluta. 

Estava posta a jogada suja dos pateticanos para interferir indiretamente nas partidas tricolores. 

Não, não me refiro à mobilização para que erros de arbitragem a favor do Fluminense parem de acontecer, porque eles não irão. Muito menos os erros contra, que se acumulam ao longo da competição. 

A partir do momento que a falácia foi comprada por todos, não terá um árbitro se quer que vá entrar completamente livre de pressões externas para apitar jogos do Flu até o final deste Brasileirão. 

O Fluminense irá enfrentar uma arbitragem hostil em todos os próximos jogos após a vitória JUSTA contra a Ponte Preta. 

Aliás, já enfrentou. 

Na partida contra o Gaymio, uma das mais abertas e limpas do Flu deste ano, foram assinaladas 10 faltas para o clube gaúcho e 24 para o tricolor. 

Vou além. 

Fred e Kléber, jogadores com posturas semelhantes, acostumados a se engalfinharem com zagueiros adversários na disputa de bolas áreas, trocaram diversos “cumprimentos” com os zagueiros na partida. Foram marcadas seis faltas contra Fred e uma contra Kléber. 

Incoerência? 

Neste domingo, foram 20 marcadas contra o Fluminense e apenas nove para o Patético. O senhor Pierre, carniceiro do clube mineiro, bateu em Nem de todas as formas possíveis, e só foi amarelado quando o árbitro não tinha mais jeito de não amarelá-lo. A pilha era tanta que no momento que foi amarelado, Cuca o retirou imediatamente da partida para evitar uma expulsão.

(Foto: Nelson Perez / Fluminense Football Club)


O Fluminense possui uma média de 17,3 faltas por jogo, 

O Patético tem 19,6 e o Gaymio 19,2. 

Ou os concorrentes do Flu ao título deixaram seu esquema de jogo de lado ou há condescendência por parte dos árbitros. 

Não tenho dúvidas, a estatística deve permanecer parecida nas próximas partidas do Fluminense, não obstante os variados critérios adotados pelos árbitros brasileiros. 

E que assim seja! 

Parabéns aos pateticanos por terem conseguido ratificar da maneira mais patética possível a inferioridade do maior dos menores perante a impávida campanha tricolor. 

Tricolores do céu e da terra. 

Ergamos nossas cabeças! 

Perdemos uma batalha, dura, importante, fundamental, mas a guerra ainda não acabou. 

O exército tricolor se encontra combalido após a derrota deste domingo. E cabe apenas a melhor e mais bonita torcida do Brasil transformar o abatimento em força de superação. 

Algo me diz que esta derrota será um divisor de águas para o clube mais tradicional do Brasil. 

Gravatinha, Tio Nelson e João de Deus nos reservam algo especial. 

Só dependemos das nossas forças para chegar ao tetra. 

Ao patético caberá a sofrível tarefa de tirar um ponto por rodada, jogando suas partidas e apelando para interferências externas nas pelejas tricolores, para nos tomarem a glória. 

Que as marcas da derrota sirvam de motivação a futuras vitórias do exército tricolor! 

Saudações tricolores. 

32ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2012

Patético 3 x 2 FLUMINENSE

Uma bela partida de futebol. Não há como fugir ao clichê. A inoperância tricolor e o domínio pateticano no 1° tempo foram estarrecedores. Ainda assim, tivemos pelo menos três chances claras de marcar gols durante a partida, além dos lances convertidos. O Fluminense fez o jogo que vinha fazendo, faltou disposição para o fazê-lo até o final do jogo. 

Destaques positivos
Thiago Neves. Cravo, não há jogador mais importante neste atual esquema de Abel. Não bastando a qualidade técnica incomum, a entrega tática do 10 tricolor é impressionante. Sobe para apoiar, volta para recompor a marcação. Não por acaso o 1° gol tricolor tenha saído de uma roubada de bola dele. Wellington Nem, nosso puxador de contra-ataques. Fred, nosso capitão sincero, o dono do time. Cavalieri foi ótimo, ainda que menos castilhístico. Faltou ao 12 tricolor na etapa complementar, a sorte de leiteria do 1° tempo. Gum, apesar dos 3 gols sofridos, fez outra partida exuberante. 

Destaques menos positivos
Diguinho. Não apoiava, marcava mal, dava espaços, deu o 3° gol. É emputecedor ver um zagueiro adversário sair da sua área e chegar SOZINHO, sem nenhuma marcação, na área adversária e marcar o gol da vitória. Edinho. Atabalhoado é apelido. Não sei definir o estilo de jogo daquele ser. Deco. Decepcionante mais uma vez. Passes errados aos montes. A falta de ritmo de jogo é latente. Joga com seu status, deixando Wagner, merecedor da vaga, injustamente no banco.
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Aos pateticanos e arco-íris de memória curta, a resenha do 0x0 entre as duas equipes na 13ª rodada.

A rodada ajudou e o time fez sua parte.


Sexta-feira, 19 de outubro de 2012. 



Saudações tricolores.

Ontem como era esperado o São Paulo venceu com tranqüilidade o lanterna do campeonato e virtualmente rebaixado Atlético Goianiense.

Muito parecido com o anterior contra o Figueirense, o time fez pressão no adversário no início da partida e matou a parada com dois gols já no primeira etapa. Depois como já era de se esperar o São Paulo ficou trocando passes e esperando o tempo passar.

Mais do que o resultado que foi ainda melhor em termos de classificação após  a vitória do Botafogo, foi o padrão tático que vem sendo apresentado nos últimos jogos e repetido na noite de ontem.

Fabuloso ainda se deu ao luxo de perder um pênalti, que felizmente não fez falta.

Destaque também para o ex-renegado Paulo Miranda que abriu o placar e deixou de ser um peso morto no elenco, sendo afastado do time no início do ano, para virar pelo menos por enquanto solução para a lateral direita. Não é brilhante, mas funciona bem como engrenagem no atual sistema tático de Ney Franco.

Quem também manteve a boa fase na noite de ontem foi “Cristiano Oswaldo”. Marcou outro belo gol e vem mostrando o bom futebol que apresentava no Ceará ano passado
.
Temos na seqüência do campeonato dois jogos fora, Flamengo no sempre vazio Engenhão e Sport na Ilha.   
 Vencer os dois jogos é missão difícil, porém não impossível, se bem que 4 pontos já estaria de bom tamanho.

Daqui pra frente, mas do que pensar em se consolidar no G-4 temos que alçar vôos maiores como, porque não uma segunda colocação?  Já que pelo visto o Fluminense já é o dono da taça em 2012. O Grêmio que se cuide!