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Análise da Rodada #20
17:04
Por Pontos de Vista Corridos
A 20ª rodada não marca apenas o início do returno. Marca também a estreia de uma nova coluna no Pontos de Vista Corridos. Rodada por rodada a galera que acompanha o PVC poderá ler a análise da rodada feita por variados pontos de vista. Será um colaborador diferente por rodada. Raphael Aragão foi responsável por abrir a nova seção do PVC. Confere aí!
Por Raphael Aragão
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| Coritiba 1 x 0 Internacional |
O Coxa ainda não se encontrou no campeonato, ainda está muito abaixo do que pode render, mesmo assim nos últimos dois jogos em casa conseguiu vitórias importantes. O jogo foi fraco, abaixo do que as equipes podem fazer. Coritiba não mostrou a velocidade, boa troca de passes e pressão que faz ao adversário. Ayrton sem dúvidas é o destaque anual da equipe que sempre revela um bom nome. O colorado dos pampas alterna altos e baixos. Alto como o chute de Fórlan, que perdeu um gol incrível. O Inter tem uma defesa que toma poucos gols, mas o ataque, até pelas ausências de Damião à serviço da seleça, marcou pouco e a falta de chegada foi o retrato do jogo.
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| Atlético-MG 2 x 2 Ponte Preta |
O Atlético, melhor time do campeonato, teve vacilos defensivos que rederam 2 gols de Cicinho. Sentiu um pouco a falta de Pierre (não das suas faltas), perdeu boas chances e a oportunidade de aumentar a distância pra o Flu. A Ponte que luta para permanecer na elite conseguiu um ótimo resultado. É uma equipe que apronta muitas surpresas e logo, logo, perderá um jogo mais fácil dentro de casa. Ao Atlético restará superar o efeito Cuca, um fenômeno da natureza onde forças cósmicas se combinam de forma a dar um jeito de deixar o professor Alexei Stival sem comemorar um título, ainda não explicado pela ciência.
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| Portuguesa 3 x 0 Palmeiras |
E quando nem (Ricardo) Jesus salvava a Lusa e todos achavam que o ano ia ser um inferno, chegou um "mineirim" comendo pelas beiradas que já marcou 6 gols, dois na vitória por 3 x 0 contra os porcos. E os lusitanos sentem realmente a possibilidade de permanência na Série A. Apenas uma derrota nos últimos 10 jogos. Destaque para Moisés, que abriu a defesa ao meio e marcou um belo gol. O Palmeiras, em comemoração eterna após o fim do jejum, teve o sistema defensivo desastroso, errou muitos passes, levou um passeio e “el pirata” não conseguiu marcar míseros 4 gols para consolidar a virada alviverde. Henrique se salvou, Barcos não teve chance. Até quando Valdivia será tão idolatrado? Questão ainda sem resposta.
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| Náutico 3 x 2 Figueirense |
30 pontos disputados em casa e 22 ganhos. Fazendo bem o dever de casa ganhou mais uma, dessa vez do Figueira que nem de longe lembra o dos últimos campeonatos. Apesar de começar perdendo, o Timbu virou o jogo e se tivesse saído com 4 ou 5 no placar não seria nenhum exagero. Com um meio de campo competente e a força da torcida selou mais uma vitória em casa e afundou ainda mais o alvinegro catarinense. Wilson salvou a equipe, que depois de abrir o 2 x 0, foi sufocada pelos donos da casa. O Náutico inclusive estuda a possibilidade de nem viajar para os jogos fora de casa com a equipe principal e deixar todos de folga para jogar em casa. São apenas 5 pontos conquistados longe dos Aflitos. Pelo lado dos catarinenses, Caio e Aloísio tentaram, mas esse Figueirense não merece mais outros comentários.
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| Fluminense 1 x 1 Corinthians |
Um jogo de estatísticas parecidas, exceto na posse de bola e número de finalizações. Em um Engenhão lotado, como sempre ,o tricolor arriscou-se mais, inclusive quando Gum saiu pra dar lugar a Rafael Sóbis, enquanto o bando de loucos se defendia e buscava contra ataques. Num erro de Wagner, Emerson abriu a vantagem para os paulistas. Era tudo o que queriam para apostar ainda mais no esquema que vinham utilizando. O Fluzão correu atrás, brigou e quando a equipe de limpeza já varria o estádio, pois os 30 torcedores já tinham saído para conseguir chegar em casa um pouco mais cedo, Fred empatou e deu um resultado menos ‘injusto” para a peleja. O Flu tem de ser observado de perto, mesmo quando não jogou bem conseguiu bons resultados, é um time raçudo, tem um dos melhores ataques e a melhor defesa com Gum, Euzébio e Edinho. Alguém explica? Já o Corinthians tá na conversa mole de pensar no mundial. E deve chegar até lá jogando bem. Ainda que que nos último cinco jogos do campeonato, o time poderia e deveria ter mostrar mais. Ah, só mais uma coisa: PAULINHO!!
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| Grêmio 2 x 0 Vasco |
Moreno, alto, feio e nada sensual, mas com certeza é a solução dos seus problemas. São 7 gols e 5 assistências no campeonato. Em mais uma partida em que não passou em branco, Marcelo Moreno, decidiu mais um jogo. Desta vez diante do Vaixco. O Grêmio lutou o tempo todo, marcou bem e esteve sempre rondando a área vascaína. Pelo outro lado, muito chutão, passes errados, e um time que perdeu a identidade que tinha, principalmente pela quantidade de jogadores que saíram e alguns desfalques. O Vasco esperou que Dedé marcasse, roubasse bola, saísse pro jogo, armasse, cruzasse, chutasse, fizesse gol... Mas não foi dessa vez. É o maior jejum de vitórias da era Gomes/Borges. Do lado tricolor só felicidade, pofexô fazendo o pójeto se tornar realidade com um time que tem setores comprometidos. Tem tudo pra chegar a Libertadores.
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| Atlético-GO 0 x 2 Cruzeiro |
Num jogo equilibrado e para raros, menos de 3 mil pessoas no Serra, o sempre artilheiro Borges abriu o placar, Márcio perdeu pênalti e desperdiçou a chance de empatar. Naquele chove não molha, acabou o Cruzeiro marcando mais um com Wellington Paulista, de pênalti. Artilheiro da raposa no campeonato com 8 gols, 5 de pênalti. É um matador. Comentário simples pra um jogo sem muitos detalhes.
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| Flamengo 1 x 1 Sport |
O Flamengo é o time da paz. Se defende e tem a sua filosofia baseada no amor. E nessa rodada o amor não estava no ar, nem na terra, muito menos na grama. O ataque mais uma vez sofreu. Muita correria e pouca armação. O Sport faz campanha sofrível, não vence desde a 9ª rodada e tem o pior ataque da competição. Conseguiu se aproveitar do efeito Flamengo, um fenômeno da natureza que a equipe rubro-negra carioca sofre dentro de casa em jogos onde teoricamente suas chances de ganhar são boas. Um bom empate fora de casa.
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| São Paulo 4 x 0 Botafogo |
Os serelepes paulistas aplicaram uma sonora goleada na equipe carioca e já somam a terceira vitória seguida. De acordo com os torcedores, provavelmente Ney Franco agora é o melhor treinador do Brasil e o campeão está de volta. Agora, até quando? A velocidade de Lucas, bons passes de Jádson e volantes brigadores, fizeram a diferença. E o Botafogo, ah o Botafogo. Usa um esquema em que precisa de um atacante de presença na área, mas não tem nenhum, deu certo uma ou outra vez, tudo bem, mas o esquema tem se mostrado frágil e sobra também dificuldade na marcação. Como faz falta Marcelo Mattos...
Vai melhorar!
15:32
Por Silas Batista
Sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Parece que vai ser diferente. Depois de um empate safado no clássico contra o Náutico, o Sport esboçou um comportamento completamente diferente da campanha ridícula que nos fez terminar o primeiro turno como penúltimos colocados da Série A.
Gostei muito do esquema armado por Waldemar Lemos para enfrentar o Flamengo. Em vários momentos do jogo, em vários mesmo, o Sport teve superioridade dentro de campo e podeira muito bem ter saído com a vitória do rio de Janeiro.
O momento é muito difícil, reconheço, mas a equipe tem totais condições, se tiver brio, de sair do atoleiro e não tornar 2012 um dos piores anos da brilhante e gloriosa história do Leão. Vamos pra frente!
Pelo Sport Tudo
Empate justo no Engenhão.
13:51
Por José André
Sexta-feira, 31 de agosto de 2012.
Tentando quebrar a sequência de derrotas, o Corinthians enfrentou o Fluminense, vice-líder do Brasileirão, nesta quarta-feira, fora de casa. A sequência de derrotas foi interrompida, menos mal, apesar de não termos ganhado.
Posso causar certo estranhamento aos corinthianos, mas penso que o Timão não mereceu a vitória, ao menos pelo que fez no 2º tempo. Conseguiu segurar a pressão do Fluminense e abrir o placar com o ex-atleta Emerson Sheik.
Pra quem perdeu as 2 últimas partidas a tendência mesmo era segurar o curto placar, apesar de eu não concordar com tal postura - no futebol o risco sempre bate à porta. No 2º tempo o Fluminense abusou de investidas aéreas e conseguiu igualar o resultado para os tricolores.
Não quero, com isso, estar concordando com o depoimento do adversário Fr(ango)ed, que criticou a postura "defensiva" do Corinthians. Talvez a atitude do atacante adversário seja uma expressão de sua insatisfação por ter deixado escapar a oportunidade de sair líder ao fim da rodada. Penso ser muito melhor meu time ganhar de 1 ou 2 a 0 em casa do que se
"abrir" num jogo, desesperando e levando 2 ou 3 gols, torcendo para que, no
final, fique à frente do placar.
Acho horrível a postura de um time que apela muito nas jogadas aéreas, como no exemplo desse jogo, e aposta todas as cartas em um gol salvador; mas tenho de respeitar tal opção.
Em virtude destes dois pontos de vista apresentados, o placar se apresenta mais justo ainda. Tenho quase certeza que o saldo, no final, foi bom para o Timão, por sair com 1 ponto vitorioso fora de casa, diante do 2º colocado do Campeonato Brasileiro.
O tal time das laranjeiras talvez esqueça que, no começo deste mesmo campeonato, sofreram para ganhar de 1 a 0 dos reservas deste mesmo Sport Clube Corinthians Paulista. Talvez este fato refresque suas memórias e os faça parar de tentar argumentar quanto ao modo de jogo que é o atual campeão nacional e da América!
O tal time das laranjeiras talvez esqueça que, no começo deste mesmo campeonato, sofreram para ganhar de 1 a 0 dos reservas deste mesmo Sport Clube Corinthians Paulista. Talvez este fato refresque suas memórias e os faça parar de tentar argumentar quanto ao modo de jogo que é o atual campeão nacional e da América!
No domingo que se aproxima, mais um jogo difícil: enfrentaremos o líder Atlético-MG em "nossa casa". Conto com vitória diante do Galo. Talvez com essa vitória os adversários desta quarta parem de chorar antes do tempo.
Vai, CORINTHIANS!!!
Como dito anteriormente...
02:11
Por Daniel Peixoto
Sexta-feira, 31 de agosto de 2012.
Já era esperado. Talvez seja feio um torcedor falar que já esperava pela derrota, mas é um fato. Após duas derrotas nos dois clássicos de fim de turno, e aquele empate frustrante dentro de casa com o Coxa, enfrentar o Grêmio embalado LÁ no olímpico... certeza de permanecer parado na tabela. Dito e feito.
Juninho fez falta, o ataque é ineficiente há algumas rodadas e os laterais não dão a segurança necessária para a zaga. O papo do momento no time cruzmaltino é apostar em três garotos que estão subindo da base. Séra?
Única coisa é certa. Próxima rodada é a hora de mandar a crise pros ares e respirar aliviado, embalar, e colocar na cabeça que estar entre os quatro primeiros no final é obrigação. Todo respeito ao outro time luso do campeonato, não temos o direito de perder mais pontos dentro do nosso caldeirão! SIM... ainda é um caldeirão. Das 5 derrotas que temos no campeonato, apenas uma foi lá. Espero que São Januário volte aos velhos tempos, nos dando vitórias, e não apenas ânimo durante o jogo. Que venha a lusa.
[FLA 1x1 spo] Complexo de Robin Hood
23:29
Por Cadu Vieira
Quinta-feira, 30 de agosto de 2012.
Eu quis acreditar que o FLAMENGO de Dorival Júnior não teria mais o espírito de Robin Hood, que rouba pontos dos grandes ricos para perder dar pros pequenos pobres. Mas o jogo de hoje foi um indício de que continuamos assim: nos apequenando diante dos microscópicos times penetras na Série A. Espero ao menos que a parte do "roubar dos ricos" ainda esteja em voga e nos reabilitemos no próximo domingo contra o Internacional.
Este empate medíocre contra o fraco Sport foi o pior jogo do FLAMENGO na Era Dorival. Até tomar o gol, o time até que estava acertadinho, como vem sendo nas últimas partidas. Tocava a bola, acertava os passes, tramava as jogadas. E conseguiu um gol fácil. Enfim, Ibson.
Mas aí, depois de um mole tremendo da defesa, que tentou sair jogando pelo meio, tomamos um mini-contra-ataque e o gol. Foi o suficiente para desestruturar o time, que passou a errar quase tudo que tentava.
É inadmissível que não pisemos no Sport. Imponderável, em seis pontos disputados com os caras, somarmos apenas dois. Os caras vinham de 10 jogos sem vencer, estavam há sete sem marcar um golzinho sequer. Aí fazem na gente.
Dorival até tentou consertar as coisas no segundo tempo, mas errou na substituição. Tirar um defensor para colocar o atacante nem sempre é garantia de que o time vai ficar mais ofensivo. Entrou a peça certa (Liédson), mas saiu a errada (Cáceres). O paraguaio tem sido a nossa consistência na defesa e no meio de campo. Sem ele, demos espaço demais para o Sport que, em alguns momentos, chegou a ameaçar a virada.
Depois, colocar Adryan no lugar e Thomás e Botinelli no de Negueba acaba não surtindo efeito nenhum. Parece que nem o fôlego se renova. E, para piorar, Vagner Love não rendeu.
Bom, jogos ruins viriam, mesmo na ascendente em que o FLAMENGO parecia estar - e estava. Espero que continue, que retome, que se reorganize. Porque se jogar como jogou hoje, a coisa volta a ficar complicada.
Saudações RUBRO-NEGRAS! [17/57]
Dia do Sobrenatural
19:28
Por André Resende
Tio Nelson não foi o primeiro a perceber que, em algumas partidas, a falta de sorte ao Flu pode fazer uma diferença descomunal.
Tio Nelson foi o primeiro a perceber quem era o responsável pelo toque com a mão de pântano nos embates contra o pavilhão mais tradicional do mundo.
SOBRENATURAL DE ALMEIDA.
Há quem diga que tal entidade só se materialize no Maracanã.
Pois eu vos digo: é mentira!
O Sobrenatural de Almeida também prejudica o Flu em outros estádios.
Só o mais cego dos tricolores não viu que o ser descoberto por Tio Nelson atacou novamente no empate por 1x1 contra os mulambos paulistas no popular “Enchenão”.
Como explicar o gol do bandido Sheik, se não por ação do Sobrenatural!?
Aquela bola tocando leve e caprichosamente na ponta do pé do pobre Gum e encobrindo o paredão Cavalieri não foi obra do acaso, do chute aleatório do mau-caráter das arábias, ou encargo do destino.
O ser invisível aos olhos dos comuns e perceptível aos olhos tricolores foi responsável por conduzir calculadamente a redondinha para o fundo do gol. Carregando com as mãos desde a saída da bola dos pés do corno Sheik até a queda no fundo do gol.
Digo mais, como explicar aquela patacoada de Wagner antes do gol da gambazada?
Sobrenatural de Almeida, ora!
Claramente alguém puxa a bola no momento em que o meio-campo tricolor joga a perna para tocar levemente a redonda. O chute fica fora do alcance e a bola a mercê da mulambada do Tietê.
Como acreditar que a melhor defesa deste Brasileirão e a 2ª melhor da história dos pontos corridos iria tomar gol de um time (em um único lance de perigo em toda a partida) que limita seu jogo a se defender e a ganhar partidas por 1x0?
Pois é. Sobrenatural. De novo.
A verdade, tricolores, é que estávamos malfadados ao tropeço na noite daquela quarta-feira.
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| (Foto: Nelson Perez/Fluminense Football Club) |
A presença do Sobrenatural é sazonal, mas quando existente, traz consigo os resultados mais danosos ao tricolores. Fiquemos satisfeitos com um empate, em partidas de Sobrenatural são raríssimos.
Aos tricolores mais céticos deixo o seguinte raciocínio.
Numa partida em que Fred não aparece, Thiago Neves não joga, Cavalieri toma gol, Wellington Nem não acerta nada e Edinho acerta tudo, há, definitivamente, algo de sobrenatural.
Dos males o menor.
O Patético também tropeçou. E olhe que o menor dos maiores jogou contra um adversário infinitamente inferior ao nosso e livre de um ectoplasma agourento.
Indício assertivo de que a chegada tricolor ao topo será um acontecimento completamente natural.
Saudações Tricolores!
Saudações Tricolores!
“Torcer pelo Fluminense, modéstia à parte, requer talentos. Precisa saber dançar sem batucada. O tricolor chora e ri sem ninguém por perto. Ele merece um campeonato, ele merece”, (BUARQUE, Chico)
20ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2012
FLUMINENSE 1 x 1 Sport Club Mulambada Paulista
Destaques positivos
Nunca pensei que fosse dizer isso, mas o jogador que mais se destacou na enfadonha partida de quarta contra a mulambada paulista foi (pausa dramática) Edinho! E não estou sendo irônico, tricolores! Acertou tudo que tentou. De lançamentos estilo TS a enfiadas à lá Conca. Inclusive quando foi recuado para o miolo de zaga, com a saída de Gum, foi de uma tranquilidade ricardogomística. Aliás, nenhum outro guerreiro se destacou tão positivamente ao ponto de merecer ser citado em particular, além de Edinho. Abelão me surpreendeu outra vez e fez uma alteração pra lá de audaciosa tirando Gum e colocando Sóbis. E eu, que canso de bradar a falta de inteligência tática do nosso treinador pra mudar o Flu no decorrer do jogo, queimei minha língua. E que continue queimando.
Destaques menos positivos
W.Nem. Pelas barbas do profetinha Nelsinho Rodrigues! (Rá!) O baixolinha tricolor quebrou a bola em vários pedaços na partida de ontem. A pior atuação do Messi tricolor em toda sua passagem triunfal neste ano ao mais tradicional do Brasil. É notória a falta de precisão nas suas finalizações. Bruno, novamente nos proporcionou a mais profunda saudade de Marimito. Corneteiro que sou, começo a enxergar a troca de um pelo o outro como o pior dos negócios das últimas temporadas. Gum voltou a “falhar”, desta vez muito mais falta de sorte (ou não né, Sobrenatural!) que atabalhoamento. Wagner igualmente. Ainda assim não se pode dar um mole danado daquele justamente numa saída de bola contra um time que só joga no esquema de contra-ataque. Uma clara inversão de papel com Edinho, o craque da partida!
Majestoso! Com méritos a quem de direito...
23:38
Por José André
Quarta-feira, 29 de agosto de 2012.
Minhas sinceras desculpas aos leitores, corinthianos ou não, que nos acompanham aqui e a cada rodada já acessam este portal no intuito de lerem e alimentarem suas paixões pelo futebol. Escrevo este post com mais de 2 dias de atraso e mereço as devidas críticas por isso.
(...)
Na partida de domingo o Corinthians entrou bem no 1º tempo. Empolgado, entrou confiante e partiu pra cima. As análises mostradas pelas revistas esportivas e pelos comentaristas não me deixam mentir: o Timão podia, muito bem, ter aberto 2, 3 gols de vantagem, mas não o fez. Apertando a marcação cerrada e se aproveitando dos erros adversários, o Corinthians abriu o placar por volta dos 5 minutos da 1ª etapa de jogo e ficou por aí. As oportunidades se seguiram, sendo desperdiçadas uma a uma.
O São Paulo empatou ainda no 1º tempo. Luís Fabiano, o nome do jogo, como nos velhos tempos recebeu aberto pela direita e mandou nmo esquerdo de Cássio que, mal colocado, não teve chances. Não consigo acreditar como o Alessandro não consegue acompanhá-lo e impedir sua finalização.
Na etapa final da partida o São Paulo também não demorou a virar o placar. Luís Fabiano, de novo, recebeu ótima enfiada de Jadson driblou Cássio e mandou para o fundo de nossas redes. Nossa zaga, que já vinha fazendo as linhas "burras" de impedimento na partida, ficou esperando aquela bandeira subir, o que não ocorreu.
Ao tricolor paulista, meus parabéns. Boa vitória, jogo limpo.
O Corinthians sofre um baque, ao perder duas partidas seguidas. Ainda mais com aquele lance horrível no jogo contra o Santos.
Nesta quarta, pedreira frente o Fluminense, no Rio.
Vai, CORINTHIANS!!!
Memórias de uma relegada
09:53
Por André Resende
Terça-feira, 28 de agosto de 2012.
Estava meio triste.
Achando-me meio esquecida.
Na verdade, relegada é a palavra.
Sei que nunca fui a queridinha dos tricolores. Aliás, sei que nunca tive tanta popularidade assim entre meus fãs, como minha irmã macumbeira na sua época galinha ou minha prima diagonal em sua fase explosiva tiveram e têm com os seus.
Mesmo assim, em 110 anos de história, sempre tive um espaço de destaque no Fluminense.
Podia não ser a protagonista na maioria dos times, mas sempre estava como coadjuvante. Algumas vezes me permitiam até roubar a cena. Como na final do Carioca de 1995. Não fiz o gol de barriga, mas meti a bola depois de entortar uma irmã macumbeira.
Protagonista mesmo só fui na década de 70.
Sinceramente, aquela foi a minha época.
Minha e do meu parceiro Roberto.
Que me perdoem os antecessores, mas Roberto me deu o prestígio que sempre procurei. Em três anos, ele me proporcionou o que nenhum outro parceiro havia me dado, a oportunidade de ser a estrela de um Fluminense estelar.
E com ele dei verdadeiros espetáculos.
Gols, elásticos, patadas e títulos.
Ele me popularizou, em troca da guarida e da tranquilidade dadas por mim a ele. Ainda mais após terem praticamente lhe arrancado a companheira anterior.
E como todos os outros, Roberto me deixou para seguir outros rumos.
Desde então, fiquei mais uma vez à procura de alguém que me fizesse sentir importante de novo.
O que só iria acontecer quase dez anos mais tarde.
O companheiro também era bigodudo como Roberto.
A única semelhança, aliás.
Benedito era um crioulo esguio.
E brilhante, de uma maneira diferente de Roberto, mas, definitivamente, brilhante.
Conquistei com ele o que tinha conquistado com Roberto. E mais.
Com Benedito fui Campeão Brasileiro.
Fui uma coadjuvante de um time sem protagonista.
Senti-me querida uma vez mais, para então me vê sendo relegada novamente.
Depois de Benedito, passei na mão de alguns pernas-de-pau, de um mauricinho que chamavam de Maradoninha, de um prodígio vindo de Xerém e até de um animal. Nenhum deles sendo aquilo que Roberto ou Benedito haviam representado para mim.
Estava quase sem esperanças até que em 2008 voltei a protagonizar.
Um rapaz que ninguém botava muita fé foi lá e me colocou de novo nas capas dos jornais e nas reportagens principais dos programas esportivos.
Thiago e eu protagonizamos momentos mágicos naquele ano.
Digno de um ato final inédito e belíssimo, mas de um fim trágico.
Fim este que me separou do companheiro que tinha feito eu me sentir querida entre os tricolores de novo.
Nos anos seguintes fui usada por companheiros que reforçaram meu estigma de coadjuvante.
Servindo a vilões, como o companheiro mulambento advindo do “mundo árabe” em 2010, e a heróis, como até poucos dias atrás com um guerreiro que puxava uma espada das costas.
Até o amigo Darío preferiu brilhar usando outra companheira.
Despojada no banco do vestiário, peguei-me recordando dos velhos e bons momentos vividos com os grandes parceiros. Até que me vi ao lado de Thiago novamente.
A partir daí tinha certeza que voltar a ser protagonista era questão de tempo. E foi.
Contra o Vasco, após decidir a partida, voltei às capas dos jornais, a ser falada nas ruas, a ser querida pelos tricolores.
A implicância de Thiago em usar outra com cargas negativas advindas de sua passagem pelo Império do Mal não lhe estava fazendo bem. Nem parecia aquele jogador cujo tive a honra de ser companheira em 2008.
E eis que numa partida decisiva, quando a busca pelo título estava sendo coloca à prova, voltamos a brilhar.
Não foi nada perto do que já fizemos ou do que já fiz ao lado de Roberto ou Benedito.
Foi apenas uma amostra do que pode estar por vir.
Sei que a 11 ocupa um lugar especial no coração dos tricolores.
Também sei que a 1 sempre será a mais querida de todas.
E tenho certeza de que tenho plenas condições de rivalizar com a 9 pelo papel principal.
Afinal de contas, um clássico foi vencido pelo Flu comigo como protagonista.
Um papel que posso assumir perfeitamente pela conquista de mais um campeonato brasileiro.
Uma missão que eu, a eterna relegada CAMISA 10 TRICOLOR, posso cumprir com maestria.
Guerreiros, a primeira missão foi cumprida!
Terminamos o 1° turno com 42 pontos, apenas um atrás do Patético Mineiro. Nossa melhor campanha em 19 rodadas na história do Brasileirão de pontos corridos.
Não somo líderes? Não importa.
Nosso futebol, nosso time de guerreiros consagrados, nossa camisa e nossa moral nos últimos brasileiros nos mostram que alcançar o topo é questão de tempo.
Avante exército tricolor, mais uma batalha vencida de uma guerra por vencer!
Saudações tricolores!
"Eu tenho dois Fluminenses. O próprio e a Seleção Brasileira", (RODRIGUES, Nelson)
19ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2012
Vice da Gama 1 x 2 FLUMINENSE
Destaques positivos
Não importa o que digam. Thiago Neves é outro jogador após trajar a armadura 10. Se não é o craque de outrora, consegue ser decisivo como antigamente. Voleio plástico, falta maestral. Nem conseguiu impor seu ritmo mesmo sem ritmo de jogo, mostrando a mais-valia que é neste elenco tricolor. Sóbis entrou bem no segundo tempo. Wagner voltou a mostrar regularidade pelo Flu, a mesma de Jean. Fred, se não foi decisivo se mostrou aguerrido e lutou bravamente com a zaga bacalhoesca, isso sem falar das poucas bolas que chegaram prontas para finalização. Não podia esquecer de Edinho, a malícia tricolor. Protagonizou seu melhor momento com a camisa do Flu após empurrar o jogador vascaíno da barreira e abrir caminha para a bola de Thiago Neves. Edinho craque!
Destaques menos positivos
Bruno voltou injustamente a titularidade. Ainda que pese a inexperiência de Wallace, o jovem lateral tricolor vinha se apresentando bem. Inclusive dando mostras de que tinha aprendido alguma coisa o Mariano, antigo titular e companheiro de time na temporada anterior. Edinho, apesar do melhor lance com a camisa do Flu, continua sendo um bom reserva. É inconcebível Valencia fora deste time titular. Mais uma opção duvidosa de Abel Braga.
Na verdade, relegada é a palavra.
Sei que nunca fui a queridinha dos tricolores. Aliás, sei que nunca tive tanta popularidade assim entre meus fãs, como minha irmã macumbeira na sua época galinha ou minha prima diagonal em sua fase explosiva tiveram e têm com os seus.
Mesmo assim, em 110 anos de história, sempre tive um espaço de destaque no Fluminense.
Podia não ser a protagonista na maioria dos times, mas sempre estava como coadjuvante. Algumas vezes me permitiam até roubar a cena. Como na final do Carioca de 1995. Não fiz o gol de barriga, mas meti a bola depois de entortar uma irmã macumbeira.
Protagonista mesmo só fui na década de 70.
Sinceramente, aquela foi a minha época.
Minha e do meu parceiro Roberto.
Que me perdoem os antecessores, mas Roberto me deu o prestígio que sempre procurei. Em três anos, ele me proporcionou o que nenhum outro parceiro havia me dado, a oportunidade de ser a estrela de um Fluminense estelar.
E com ele dei verdadeiros espetáculos.
Gols, elásticos, patadas e títulos.
Ele me popularizou, em troca da guarida e da tranquilidade dadas por mim a ele. Ainda mais após terem praticamente lhe arrancado a companheira anterior.
E como todos os outros, Roberto me deixou para seguir outros rumos.
Desde então, fiquei mais uma vez à procura de alguém que me fizesse sentir importante de novo.
O que só iria acontecer quase dez anos mais tarde.
O companheiro também era bigodudo como Roberto.
A única semelhança, aliás.
Benedito era um crioulo esguio.
E brilhante, de uma maneira diferente de Roberto, mas, definitivamente, brilhante.
Conquistei com ele o que tinha conquistado com Roberto. E mais.
Com Benedito fui Campeão Brasileiro.
Fui uma coadjuvante de um time sem protagonista.
Senti-me querida uma vez mais, para então me vê sendo relegada novamente.
Depois de Benedito, passei na mão de alguns pernas-de-pau, de um mauricinho que chamavam de Maradoninha, de um prodígio vindo de Xerém e até de um animal. Nenhum deles sendo aquilo que Roberto ou Benedito haviam representado para mim.
Estava quase sem esperanças até que em 2008 voltei a protagonizar.
Um rapaz que ninguém botava muita fé foi lá e me colocou de novo nas capas dos jornais e nas reportagens principais dos programas esportivos.
Thiago e eu protagonizamos momentos mágicos naquele ano.
Digno de um ato final inédito e belíssimo, mas de um fim trágico.
Fim este que me separou do companheiro que tinha feito eu me sentir querida entre os tricolores de novo.
Nos anos seguintes fui usada por companheiros que reforçaram meu estigma de coadjuvante.
Servindo a vilões, como o companheiro mulambento advindo do “mundo árabe” em 2010, e a heróis, como até poucos dias atrás com um guerreiro que puxava uma espada das costas.
Até o amigo Darío preferiu brilhar usando outra companheira.
Despojada no banco do vestiário, peguei-me recordando dos velhos e bons momentos vividos com os grandes parceiros. Até que me vi ao lado de Thiago novamente.
A partir daí tinha certeza que voltar a ser protagonista era questão de tempo. E foi.
Contra o Vasco, após decidir a partida, voltei às capas dos jornais, a ser falada nas ruas, a ser querida pelos tricolores.
A implicância de Thiago em usar outra com cargas negativas advindas de sua passagem pelo Império do Mal não lhe estava fazendo bem. Nem parecia aquele jogador cujo tive a honra de ser companheira em 2008.
E eis que numa partida decisiva, quando a busca pelo título estava sendo coloca à prova, voltamos a brilhar.
Não foi nada perto do que já fizemos ou do que já fiz ao lado de Roberto ou Benedito.
Foi apenas uma amostra do que pode estar por vir.
Sei que a 11 ocupa um lugar especial no coração dos tricolores.
Também sei que a 1 sempre será a mais querida de todas.
E tenho certeza de que tenho plenas condições de rivalizar com a 9 pelo papel principal.
Afinal de contas, um clássico foi vencido pelo Flu comigo como protagonista.
Um papel que posso assumir perfeitamente pela conquista de mais um campeonato brasileiro.
Uma missão que eu, a eterna relegada CAMISA 10 TRICOLOR, posso cumprir com maestria.
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| (Foto: Fluminense Football Club) |
Guerreiros, a primeira missão foi cumprida!
Terminamos o 1° turno com 42 pontos, apenas um atrás do Patético Mineiro. Nossa melhor campanha em 19 rodadas na história do Brasileirão de pontos corridos.
Não somo líderes? Não importa.
Nosso futebol, nosso time de guerreiros consagrados, nossa camisa e nossa moral nos últimos brasileiros nos mostram que alcançar o topo é questão de tempo.
Avante exército tricolor, mais uma batalha vencida de uma guerra por vencer!
Saudações tricolores!
"Eu tenho dois Fluminenses. O próprio e a Seleção Brasileira", (RODRIGUES, Nelson)
19ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2012
Vice da Gama 1 x 2 FLUMINENSE
Destaques positivos
Não importa o que digam. Thiago Neves é outro jogador após trajar a armadura 10. Se não é o craque de outrora, consegue ser decisivo como antigamente. Voleio plástico, falta maestral. Nem conseguiu impor seu ritmo mesmo sem ritmo de jogo, mostrando a mais-valia que é neste elenco tricolor. Sóbis entrou bem no segundo tempo. Wagner voltou a mostrar regularidade pelo Flu, a mesma de Jean. Fred, se não foi decisivo se mostrou aguerrido e lutou bravamente com a zaga bacalhoesca, isso sem falar das poucas bolas que chegaram prontas para finalização. Não podia esquecer de Edinho, a malícia tricolor. Protagonizou seu melhor momento com a camisa do Flu após empurrar o jogador vascaíno da barreira e abrir caminha para a bola de Thiago Neves. Edinho craque!
Destaques menos positivos
Bruno voltou injustamente a titularidade. Ainda que pese a inexperiência de Wallace, o jovem lateral tricolor vinha se apresentando bem. Inclusive dando mostras de que tinha aprendido alguma coisa o Mariano, antigo titular e companheiro de time na temporada anterior. Edinho, apesar do melhor lance com a camisa do Flu, continua sendo um bom reserva. É inconcebível Valencia fora deste time titular. Mais uma opção duvidosa de Abel Braga.
[FLA 0x0 bot] Pior que a torcida do Foguinho
11:14
Por Cadu Vieira
Segunda-feira, 27 de agosto de 2012.
Empatar com o Botafogo não dá. Parece o indício claro, o recado mais direto, de que o FLAMENGO não vai disputar o título neste ano. Porque qualquer time que se preze, que almeje levantar a taça, não pode se dar ao luxo de não vencer o maior time pequeno (ou o menor time grande?) deste campeonato.
E o pior: foi um jogo igual. E ruim. O jogo só não foi pior do que a torcida deles, que nem jogando em casa comparece. Para sorte deles, "casa" pode significar "habitação, propriedade", o que é muito mais perto da definição que eles podem dar ao Engenhão. Mas é só isso. Porque quem se sente realmente em casa num estádio de futebol é quem leva torcida para ele. E ainda que tenha sido uma vergonha para nós o quanto de rubro-negros vimos nas arquibancadas azuis, fomos muito superiores a eles ao redor do campo. Se bem que, pensando melhor, a situação deles foi mais confortável: para nós foi uma vergonha, para eles é rotina.
Mas, sobre o jogo, para parar logo de falar do Botafogo, destaque para o vigor físico de Seedorf e para a sua, ainda perceptível, clarividência em campo. Muito bom jogador, que vai se perder em terras generalseverianas.
E o MENGÃO... Bom, o FLAMENGO continua mostrando que, com Dorival no comando, tem um time. Com Cáceres em campo ainda não tomamos gol. Até Welinton tem jogado um bom futebol, muito embora não deixe de dar as suas welintadas. Mas ainda temos o problema crônico da ausência do cara que vislumbra o jogo, que facilita, que cria, que inova. Quando a bola chega aos pés de Thomáz e Neguega (ou Adryan, que seja), precisamos disso e raramente temos. Aí complica.
Ainda assim, além de termos somado apenas um ponto contra os caras, temos a lamentar tão somente aquela bola no travessão aos 45 do segundo tempo. Liédson merecia. Para pegar mais confiança do que o lance, por si só e sem balançar as redes, já deve ter dado a ele. Mas, vâmo que vâmo. Que o Sport nos seja uma presa fácil na quinta-feira. Amém.
Saudações RUBRO-NEGRAS! [17/60]
Vacilou, perdeu
16:44
Por Daniel Peixoto
Domingo, 26 de agosto de 2012.
Não pude acompanhar o jogo por motivos profissionais (era meu dia de plantão na redação), então venho aqui falar pelo que vi nos melhores momentos e nas crônicas de alguns jornalistas.
Ficamos para trás. O Vasco foi melhor em 75% do jogo e não conseguiu colocar a bola pra dentro. Fluminense criou algumas chances e guardou. Vacilamos. Perdemos. Acontece. O problema é a sequência de resultados, que deixou de ser maravilhosa, após vitória contra Santos, Botafogo e São Paulo, para ridícula, perdendo pontos para o Coritiba e perdendo os dois clássicos de fim de turno.
Pelo que vi e li, o Vascão dominou o time do Flor, que vem o campeonato inteiro com esse futebolzinho medíocre, mas conseguindo os resultados. Pra quem se contenta com resultado, ta bom demais! Pra quem quer algo mais...
De verdade, eu olho para o elenco vascaíno, e tirando o fato de precisarmos de jogadores pro banco (já que perdemos Bernardo, Fagner, Diego Souza, Rômulo e Allan), eu não sei o que fazer no time titular. Só sei que Barbio não dá pra vestir a camisa cruzmaltina e entrar em campo pra jogar. Isso não pode. Talvez o problema esteja nas laterais. Não são horríveis, como Márcio Careca e Thiago Feltri, mas não podem ser do time principal.
E o F*** é que na próxima rodada é encarar o tricolor gaúcho LÁ. Só aliviamos essa sequência complicada na segunda rodada do returno pegando a Lusa dentro de casa. Aí é vencer pra espantar a crise... já perceberam que não estou confiante para a próxima rodada, sinto que voltarei com novas desculpas.
O Imperador voltou!!!
03:05
Por Cadu Vieira
Quarta-feira, 22 de agosto de 2012.
A maioria dos desdentados mais sangue-bons do mundo está sorridente. E a arcoirizada está, no mínimo, ressabiada. O Imperador voltou!!!
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| (Foto: Reprodução / Site oficial do FLAMENGO) |
Se Adriano vai ser o Imperador de 2009, que eu preferia chamar de Demolidor, e nos trazer tantas alegrias quanto no Brasileirão daquele ano, só o tempo vai dizer. Prefiro ficar com o benefício da dúvida, ainda que admita estar feliz e confiante.
Adriano precisa recuperar a forma física e o peso ideais. Precisa se dedicar aos treinos, coisa que nunca foi do seu feitio. Nem acho que ele precise evitar noitadas e farras e polêmicas, desde que isso não interfira no seu rendimento em campo, nem no clima com o grupo.
Mas o cara, por enquanto, é apenas um jogador no estaleiro. Um atleta que precisa, antes, ter condições de jogo, para, depois, mostrar que merece vaga no time. E aí, seja o que DEUS quiser.
Apesar de os valores em torno da volta do cara não terem sido postos à mesa, pelo menos o fato de o contrato ir apenas até dezembro deste ano - e não o de 2013, como se chegou a cogitar - já me anima. Não dá para arriscar por tanto tempo num cara que, até então, é uma incógnita. Fala-se em R$ 80 mil por jogo. É muito. Mas se jogar o que jogou em 2009, vale.
Não contemos com Adriano por enquanto. Mas esperemos e torçamos por boas novas. O cara tem potencial. Resta saber se vai ter cabeça (e pernas) para utilizá-lo bem.
Por ora, seja bem-vindo, Imperador. A casa é sempre sua, o Ninho é sempre seu.
Que vergonha. Assim fica fácil!
14:54
Por José André
Domingo, 19 de agosto de 2012.
Que fique registrado aqui o meu repúdio pelo erro grosseiro da arbitragem, ao não anular o 2º gol santista na partida de ontem.
E que, ao mesmo tempo, fique resgitrada a resposta àqueles que afirmam ser o Corinthians ajudado pela arbitragem.
Todos devem ter visto: não foi aquele lance difícil de ver, milimétrico ou rápido demais para se ver a tempo; mas sim um lance absurdo em que 3 jogadores do Santos em posição de impedimento participaram da jogada calmamente e chegaram ao gol sem que aquela maldita bandeira fosse levantada para impedir a tragédia ocorrida.
Por conta disso me sinto envergonhado e até um pouco impossibilitado de comentar mais a respeito da partida, mas vou me esforçar um pouco para isto.
O Corinthians fez uma de suas melhores partidas no ano, principalmente pelo fato de levar gols de um dos times de melhor ataque do país e continuar tranquilho a trabalhar em campo para buscar o resultado.
Danilo, com sua boa cabeça, abriu o placar para nós. Romarinho fez 2 boas finalizações e dava muito trabalho ao goleiro santista. Ainda no primeiro tempo a zaga cochilou e permitiu a Neymar perfurá-la e lançar para André, na outra ponta, empurrar para as redes.
No 2º tempo, o lance da partida, do qual prefiro não mais comentar e que fez o Santos ficar na frente do placar. O Corinthians reclamou se estressou e sentiu a covardia daquele golpe. O Santos se aproveitou e partiu pra cima. Martínez, que não sei porque cargas d'água estava no banco, entrou e deu outra cara ao Timão. Com boas aparições e bons toques de bola conseguiu espaço para entrar na defesa adversária e bater bonito no canto para empatar a partida. Já para as bandas do fim da partida, numa jogada de azar, nossa zaga permitiu a um santista subir sozinho, cabeçear cruzamento de Neymar e fechar o marcador.
O Todo Poderoso sai derrotado, injustamente.
Vou discordar do Ralf, que achou que o Corinthians merecia a vitória. Penso que o empate deixaria tudo muito mais justo, pelo o que as duas equipes correram. Vou discordar, também, do Léo, que acha que o Santos é e sempre foi melhor. Não é o que os últimos resultados do confronto têm demonstrado.
Tenho plena certeza de que o Santos não precisava da ajuda da arbitragem para ganhar o clássico contra o Timão.
O erro bisonho acabou estragando a partidassa que se desenhava na tarde de ontem.
Assim, o Corinthians perdeu, novamente, a 9ª posição para o Flamengo e cai para 10º.
No domingo, novo clássico, agora contra os fregueses do Morumbi.
Vai, CORINTHIANS!!!
Ladeira abaixo...
14:31
Por Silas Batista
Segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Meu Deus, perdemos de
novo. E o pior, somos vice-lanternas do Campeonato. E agora?
Sinceramente eu não sei mais se dar pra fazer alguma coisa.
Missãozinha ingrata essa que pegou o Waldemar Lemos.
Um comentário muito
sensato que eu ouvi durante a transmissão do jogo contra o
Fluminense, que, pra variar, teve mais uma atuação de gala do
goleiro Magrão, foi o de que o Sport precisa muito mais de um
treinador que dê um choque de ânimo do que apenas um conhecedor
tático.
Enfim, vamos aguardar.
Eu mantenho minha esperança, embora já esteja juntando os cacos
para escrever o texto do rebaixamento. Vamos pra frente!
Pelo Sport Tudo
[FLA 1x0 Vas] Entre achados e perdidos
10:56
Por Cadu Vieira
Segunda-feira, 20 de agosto de 2012.
Quando o FLAMENGO x Vasco vai deixar de ser um grande clássico? A resposta mais provável é "nunca". E o de ontem nem foi dos mais vistosos. A começar pelo palco. A torcida teve que ir ao Engenhão em vez de ao Maraca. Mas o burburinho em torno de um FLAMENGO x Vasco (quase) sempre é diferente. Ontem, destaque para os gols: o achado e os perdidos.
Na metade do primeiro tempo, eis que a "impenetrável" defesa do Vasco vacila. Douglas toca rasteiro para Dedé, dentro da área. O mito, do alto da sua maestria, vai tranquilo para a bola, mas não a domina. Ela, a bola, se apresenta para Negueba, na frente do gol, como se pedisse "me joga na rede". Mas faltou perna esquerda ao negro magrinho para bater de primeira. Faltou habilidade para um drible antes da finalização. Faltou o gol.
Mais tarde, ainda no primeiro tempo, um daqueles milagres típicos de FLAMENGO x Vasco. Ou mais: comuns aos clássicos. Ou além: inerentes ao futebol. E um milagre reticente. Depois que Juninho cobrou a falta, mandando a bola na área, e a primeira cabeça vascaína desviou, estava claro que ela, a bola, queria entrar. Mas Felipe não queria deixar. Com as duas mãos, o goleiro flamenguista espalmou mal, para cima e para frente. Aí veio a segunda cabeça vascaína e mais uma vez a bola em direção às redes do FLAMENGO. E a mão esquerda de Felipe - uma vez, insuficiente; outra vez, no travessão - salvou. A esta altura, não existia mais goleiro que, desequilibrado, cambaleou até a rede. Ele podia, a bola não. E uma última cabeça vascaína ainda tentaria o gol de novo no lance, mas foi a vez de uma flamenguista entrar em ação e colocar um ponto final no lugar das reticências do lance. Fim de mais um gol perdido.
Minutos depois, de novo a mão esquerda de Felipe teve que evitar o que parecia iminente. Wendel finalizou de esquerda, forte, rasteiro, no canto esquerdo do gol do FLAMENGO. E Felipe se esticou, forte, rasteiro, no canto, e mandou sua mão esquerda ir evitar mais um gol.
Mas algo havia que ser achado em meio a tantas perdas. E foi. Ramom, execrado que estava sendo pelo torcida vascaína, arrancou do meio de campo. O lateral rubro-negro deixou um para trás, passou por outro e cercado por três soltou a perna. Um bom lance, mas que só se tornou fatal porque Fernando Prass soltou a bola. O que não seria nada de tão preocupante se não fosse a presença próxima de Love. Atento, o negro de tranças foi rápido, tocou de direita, correu, braços abertos, chamando seus convidados pra festa e começou as dancinhas ridículas (risos). Mas era festa. E uma festa flamenga. Um gol rubro-negro achado em meio a um domínio do Vasco na partida.
Era o que tinha para o primeiro tempo.
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| Love acha um gol em meio ao domínio vascaíno (Foto: www.flamengo.com.br) |
Mas no segundo, havia mais Vasco, mais FLAMENGO, mais Felipe. depois de sair mal numa cobrança de escanteio, o goleiro não conseguiu afastar o perigo e ficou fora de combate, gol aberto. E a bola foi aos pés de Carlos Alberto. De primeira, o vascaíno errou a direção do gol, acertou a do goleiro, que pulou, espalmou, afastou o perigo. Mais um gol perdido pelo Vasco.
E já quase no final, o inacreditável, o imponderável. Depois de o FLAMENGO, enfim, acertar um contra-ataque, de Adryan receber pela esquerda, na linha do meio de campo, contra apenas dois marcadores do Vasco - que logo se transformaram em cinco -, o Engenhão parou de respirar. O rubro-negro só mandou mais à frente um extenuado Léo Moura. Mas a jogada era rápida e Adryan competente. Depois de um drible já entrando na área, o garoto cruzou rasteiro, na medida para o lateral do moicano. A bola passou entre o goleiro e um zagueiro vascaínos e quis apenas bater em Léo para entrar. De carrinho, o capitão do FLAMENGO furou a primeira, mas a bola se manteve ali, ainda disposta a ser gol. E Léo, ainda deitado, tentou mais uma vez, de direita, mas a perna esquerda, maldita, atrapalhou, e evitou o que já parecia consumado. Mais um gol perdido, deste vez inominavelmente.
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| Léo Moura e o mais perdido de todos os gols do clássico (Foto: UOL) |
Ainda houve tempo para mais um contra-ataque bem encaixado do FLAMENGO, mas Adryan foi fominha e desperdiçou. E, seja como for, o lance de Léo Moura foi o mais perdido entre todos os gols do clássico; entre o achado de Love no primeiro tempo e todos os demais perdidos durante todo o jogo.
E entre achados e perdidos, vai o FLAMENGO ainda em busca de se encontrar definitivamente na competição. E o Vasco, há quatro jogos sem vencer, se perdendo um pouco mais a cada partida.
Saudações RUBRO-NEGRAS! .
Ótimo negócio
00:09
Por André Resende
Domingo, 19 de agosto de 2012.
Houve tricolor chiando depois da saída de Rafael Moura.
Teve a turma da indiferença.
E uma maioria que fez foguetório.
Quis fazer parte dos indiferentes, mas pra ser sincero, inicialmente achei um mau negócio.
Primeiro, porque precisaríamos ter o elenco mais forte possível na guerra pela conquista do tetra. Segundo, perdíamos o melhor “camisa 9” reserva do Brasil. Terceiro, não achava Samuel um reserva a altura para Fred.
Não achava.
Diante do Sport, no místico Raulino de Oliveira, Samuel mostrou que, se não possui a categoria e a habilidade do capita tricolor, compensa suas fraquezas com uma entrega descomunal ao time.
Poucos jogadores transcendem o profissional e não fazem questão de transpirar litros pelo Fluminense. Samuel é obviamente um deles
Se precisa jogar aberto, joga, mesmo sem ter nenhum cacoete de ponta.
Se precisa trocar botinadas, safanões e trombadas com zagueiros adversários, as trocam sem a menor cerimônia.
Se precisar ser o reserva imediato de Fred, mesmo estando muitos degraus abaixo como jogador, o é correspondendo em campo.
Na partida de ontem, quando tudo conspirava (falta de pontaria, falta de ofensividade e ótima atuação de Magrão) para um empate catastrófico para o Flu, Samuel garantiu a vitória crucial se prestando a ser aquilo que lhe tinham dito pra ser, decisivo. Ainda que pese a liberdade maior dada para Carlinhos, autor do cruzamento para o gol, após a expulsão correta de Tobi da mulambada pernambucana.
Apesar da atuação determinante contra mais um clube pernambucano, ainda falta muito para que Samuel chegue a um nível próximo ao de Rafael Moura ou Fred.
Falta, ainda.
O jovem centro-avante tricolor consegue ser decisivo jogando apenas com sua única virtude, a obstinação. Partindo da lógica que todo jogador evolui com a experiência, o armadura 31 tem plenas condições de prestações melhores pelo Fluminense.
Falta, ainda.
O jovem centro-avante tricolor consegue ser decisivo jogando apenas com sua única virtude, a obstinação. Partindo da lógica que todo jogador evolui com a experiência, o armadura 31 tem plenas condições de prestações melhores pelo Fluminense.
Ponto para a diretoria tricolor com a venda de Rafael Moura para o Internacional.
Perdemos um ótimo reserva, mas equilibramos nossas finanças e ganhamos uma ótima promessa.
Estamos a uma vitória de alcançar otimizar a marca de melhor campanha em um 1° turno de Campeonato Brasileiro. Antes a melhor tinha sido alcançada em 2010, com 38 pontos.
Avante exército tricolor, mais uma batalha vencida de uma guerra por vencer.
Saudações tricolores!
18ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2012
FLUMINENSE 1 x 0 Sport
Destaques positivos
Não vi nenhuma atuação que se sobressaísse entre os guerreiros tricolores em campo. Em tempo, mais uma atuação segura de Gum, melhor zagueiro tricolor após a saída de Thiago Silva. Jean, durante o 1° tempo em que jogou no meio teve a boa prestação habitual. Foi bom ver o retorno de Valencia. O Marcão colombiano deu a segurança esperada à retaguarda verde, branco e grená. Thiago Neves finalmente reestreou. Se a atuação não foi digna dos velhos tempos, o armadura 10 (agora sim!), guiou o meio campo tricolor. Carlinhos fez boas aparições. Wagner mais uma vez teve uma atuação regular, se movimentando, dando dinamismo ao meio-campo tricolor.
Destaques menos positivos
Sóbis não teve aquela atuação que se espera dele. Ainda mais na condição de jogador de mais peso no ataque tricolor. Wallace, apesar da lesão no 1° tempo, não subiu bem ao ataque, e continuou cruzando da intermediária. Passo acreditar que seja uma recomendação de Abel.
O troco do freguês
22:17
Por Rammom Monte
Domingo, 19 de agosto de 2012.
Partida digna de aplausos. Um jogo de encher os olhos de qualquer amante do futebol. Foi o que pude ver hoje no Estádio Independência. As duas equipes buscaram a todo instante a vitória. Mas o resultado expressa bem a diferença entre o Atlético-MG e o Botafogo. Apesar do Galo ser um freguês eterno do GLORIOSO, hoje foi um duelo dos bancos de reservas. Hoje ficou claro que, para ser campeão brasileiro, um time precisa contar com os seus suplentes. E foi com um jogador vindo do banco que o Galo conseguiu derrotar o FOGÃO por 3 a 2.
Enquanto no Patético-MG entrou Neto Berola, no BOTAFOGO entrou o doente do Rafael Marques. É bem verdade que a sariema de General Severiano sofreu o pênalti que resultou no segundo gol do FOGÃO. Mas, o camisa 99 do Galo foi bem mais decisivo. Com uma mãozinha da generosa zaga carioca, Neto Berola entrou sozinho na frente do nosso paredão e tocou sozinho na saída do melhor goleiro do Brasil.
Reservo aqui um espaço para falar do bizonho setor defensivo. Não chegaremos a lugar algum enquanto não resolvermos a nossa cozinha. Depois da saída de Marcelo Mattos (que mesmo que não estivesse jogando bem, está fazendo falta), o nosso time vem sofrendo muito lá trás. Fábio Ferreira e Antônio Carlos parecem não se entender mais. Vivem batendo cabeça. O segundo gol do Galo hoje foi digno de pelada. Deixaram o R49, que vem jogando muito, sozinho para rolar para Jô. Inspirado em Luiz Gonzaga, Antônio Carlos ficou ‘olhando para o céu e vendo como ele estava lindo’ e deixou a bola passar. Ridículo! Se eu fosse o Oswaldo de Oliveira, colocaria esse demente para treinar a noite toda, para ver se aprende a marcar. E para não deixá-lo só, levaria Fábio Ferreira, Lucas, Lima, Amaral, Jádson e Márcio Azevedo para fazer companhia.
Se na parte defensiva as coisas não andam bem, lá na frente a situação parece ser pior ainda. Não temos atacante. Isto é claro. Só o imbecil do Anderson Barros, gerente de futebol do Fogão, não se toca disto. Quem disse que aquele Rafael Marques é jogador de futebol deveria ser preso por calúnia. O cara não sabe nem andar, quiçá jogar bola. Sofreu um pênalti hoje? Não deixa de ser ruim por conta disto. Precisamos de atacante. E como já foi dito publicamente que não chegará mais ninguém, ficaremos apenas desejando o doce este ano.
O único setor que se salva é a meiuca. Andrezinho deu uma aula de futebol hoje e foi premiado com dois gols. Seedorf dispensa comentários. O cara tem um dos passes mais refinados que eu já vi. Joga muito, mas infelizmente não tem para quem jogar. E Lodeiro, que estreou como titular hoje, acredito que ainda pode render muito no GLORIOSO. E foi justamente este setor que valorizou, e muito, a vitória do nosso freguês. Por isto falei no começo do texto que foi uma ótima partida. Se tivéssemos um bom zagueiro e um matador, acredito que sairíamos com a vitória.
Só para falar um pouco do Galo, este time está muito acertadinho na mão do Cuca. Ele montou muito bem a equipe e para mim é o candidato favorito ao título. Enfim, na próxima rodada encararemos a mulambada. Um ótimo jogo para se curar da ressaca após a derrota de hoje e a quase certa eliminação da Copa Sul-Americana para o Palmeiras.
Ruim, mas dá pra melhorar!
15:51
Por Silas Batista
Sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Demorei pra comentar a fatídica derrota para o Botafogo (2 a 0 no Engenhão) propositalmente. Embora o temor de que o time despenque ainda mais na classificação exista, mais uma vez a torcida rubro-negra fica entusiasmada com a chegada de um novo técnico.
Não sei se isso é mal-costume de torcedor brasileiro, mas a perspectiva com a chegada de Waldemar Lemos me deixou um pouco confiante e até esperançoso. Lembro da passagem dele pelo rival da Rosa e Silva (NáUTIco)e, com isso, dá pra acreditar que algo de bom possa acontecer daqui pra frente.
Mas, o fato é que estamos na zona de rebaixamento e, pelo que o time apresenta em campo, vai ser difícil sair dela. Só que não az parte do cotidiano leonino a desistência sem terminar a luta. Vamos em frente, sem abandonar, nunca, o Sport Club do Recife...
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| Seja bem-vindo, professor! |
Pelo Sport Tudo
Continuando na boa, Timão vence mais uma!
14:52
Por José André
Sexta-feira, 17 de agosto de 2012.
Acostumado a enfeitar nossas noites de quarta-feira, o Todo Poderoso Timão fez diferente nesta rodada ao realizar sua partida na quinta-feira. Venceu, senão pelo bom futebol, pelo menos pelo bom resultado.
A partida foi no todo fria, sem muita empolgação - talvez reflexo de dois times remendados pelos problemas físicos, suspensões e convocações de seleções.
O 1º tempo já dava cara de empate àquela partida amarrada, excetuando dois lances iniciais, um para cada lado: Rafael Moura, estreante pelo Inter, cabeçeou cruzamento da direita, marcou gol, mas estava em posição de impedimento; Danilo pegou rebote, mas na hora da finalização errou e desperdiçou boa chance pelo lado do Timão.
No 2º tempo nada muito diferente, excetuando-se o lance crucial da partida: Douglas mandou bola parada na área e acabou achando Paulo André, que cabeçeou bonito e tirou do goleiro adversário, marcando o gol da vitória do Corinthians no Pacaembu na noite desta quinta-feira.
![]() |
| Paulo André marcou, de cabeça, o gol da vitória corinthiana contra o Internacional (José Patrício/A.E.). |
Se não jogamos muito, pelo menos aproveitamos um lance que terminou sendo decisivo na partida.
A Fiel, da arquibancada, pediu a entrada de Zizao. Tite não atendeu - e com razão.
No fim, mais 3 pontos somados; o Timão rouba a 9ª posição do Flamengo e garante a 2ª vitória consecutiva.
Nos 2 próximos fins de semana, 2 clássicos: neste domingo, enfretamos o Santos na Vila Belmiro; no próximo, o São Paulo no Pacaembu. Um empate no 1º jogo e a vitória no segundo ficariam de ótimo tamanho para entrarmos no G7 e começarmos, confiantes, o 2º turno pretendendo algo maior.
Vai, CORINTHIANS!!!
Garfado!
20:00
Por André Resende
Quinta-feira, 16 de agosto de 2012.
E o futebol fica novamente em segundo plano numa partida do Fluminense.
O tema principal da partida será relegado voluntariamente, diante de mais uma arbitragem catastrófica.
Não. Não será mais uma choradeira como a feita diante do Patético, mas uma análise imparcial (se é que é possíve!) da interferência do Sr. Godoy no jogo entre Cruzeiro e Fluminense.
Não pareceu “garfo”, nem uma arbitragem de índole questionável, ou muito menos “edilsagem”. O trio de arbitragem responsável pelas interferências na partida de ontem era apenas péssimo. Aliás, péssimo é o mais profundo eufemismo que posso usar.
O bando comandado por Paulo Godoy Bezerra não é digno de apitar uma partida da Série A3 do Paulista, quanto mais uma partida importantíssima de Série A, com um time brigando pela liderança e outro por Libertadores.
E nem entremos no mérito dos erros, porque a lambança foi generalizada.
O aviltamento a uma partida de futebol, que se desenhava como o embate da rodada.
Um jogo aberto, franco, em que o Cruzeiro deu tanto espaço em campo quanto o Fluminense. Aliás, poucos times jogaram tão corajosamente contra o Flu neste Brasileirão, mesmo dentro de casa, e saíram de campo com um resultado satisfatório. O Naútico que o diga, foi fazer o jogo que sempre faz nos Aflitos e tombou por 2x0 frente ao Flu. O mesmo Náutico que em seus domínios meteu 3x0 no “soberano” Cueca de Três Cores nesta mesma rodada.
Ao Fluminense faltou, uma vez mais, capricho. O espaço foi dado, as jogadas foram criadas, pecamos na conclusão. Não é, Fred? Ainda que tenha feito o gol tricolor do jogo e alcançado a artilharia isolada da competição. Fred que, pelo destempero conhecido da claque tricolor e pela incapacidade do árbitro, não jogará contra a mulambada pernambucana pelo 3° amarelo.
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| (Foto: Divulgação Fluminense Football Club) |
Um ponto conquistado.
Minha previsão de 42 pontos ao final do 1° turno ficou mais complicada. Bater o Sport é obrigação. Primeiro pelo momento horrendo do clube de Pernambuco e segundo porque dentro de casa não há outra soma que não seja a de três pontos. Restará-nos bater o Vice da Gama.
Uma partida que poderia ter sido ganha se tivesse sido arbitrada.
Um confronto em que nenhum dos times foi beneficiado, apesar dos erros grotescos da arbitragem.
Um jogo em que o maior GARFADO foi o próprio futebol.
Saudações Tricolores!
“O Fluminense nasceu para atravessar a harmonia do bloco dos contentes. Nasceu para incomodar o senso comum. Esta é a nossa sina” (A.D.)
17ª Rodada - Campeonato Brasileiro
Cruzeiro 1 x 1 FLUMINENSE
Destaques positivos
Não me recordo de ter assistido uma partida tão inacreditavelmente ótima de Gum e Euzébio à frente do miolo de zaga tricolor como esta contra o Cruzeiro. Desarmavam, lançavam com perfeição (receberam a entidade Thiago Silva), apareciam no ataque, enfiavam bolas para os laterais. É de se destacar também a atuação de Wagner (sacado injustamente), apoiou muito bem e compôs perfeitamente a formação tática no esquema de marcação. Cavalieri, a segurança. Jean, a polivalência.
Destaques menos positivos
Thiago Neves. Esforço não lhe faltou, mas vi mais uma atuação pobre do nosso armadura 7. Confesso que não sei o motivo. Mas ele não dribla mais como antes, não chuta mais como antes, não é mais decisivo como antes. É de se pensar na possibilidade de abandonar a armadura 7 mulambesca e retornar a envergar a 10 (sim, sou supersticioso pra caramba). Aquela mesma, a única a meter três gols numa partida final de Libertadores. Samuel, inexplicavelmente fez uma partida muito ruim como “ponta”. Ainda mais se levarmos em consideração o espaço dado pelo Cruzeiro. Fred. Parecerá cornetagem. Dane-se, que pareça! Fred me deixou chateado contra o Cruzeiro por dois motivos. O primeiro, não ter acertado aquela bola na pequena área, assim como outras que surgiram no decorrer do jogo. Bolas que selariam a vitória tricolor. O segundo pela pieguice de não comemorar (!?) seu gol. Já deu. Ele já provou para o Cruzeiro que é grato, ao Fluminense que tem carinho pelo Cruzeiro e ao mundo do futebol que é adepto da babaquice do politicamente correto. Não precisa mais ficar se prestando a isso.
[pal 1x0 FLA] Amarelou!
10:40
Por Cadu Vieira
Quinta-feira, 16 de agosto de 2012.
A sequência do FLAMENGO no Campeonato Brasileiro, ou, mais especificamente, a sequência do trabalho de Dorival Júnior à frente do maior time de todos, sofreu uma bestial interferência ontem. E um dos principais agentes da partida foi o cartão amarelo do árbitro catarinense Célio Amorim. Ainda assim, 1 a 0 para o Palmeiras, na casa deles, não é nenhum absurdo. Ruim é ter ficado claro que um empate ou uma vitória nossa também não seriam.
O cartão amarelo do árbitro, no meu modo de ver, interferiu da seguinte forma. O árbitro tentou estabelecer algum critério específico, mas que acabou meio sem precisão. Mais por azar do FLAMENGO, e precipitação de Ibson, acabamos sendo premiados com dois amarelos para um mesmo jogador. Já o Palmeiras soube fazer um rodízio de jogadores e distribuir bem os amarelos a que teve "direito" para não ter também um expulso.
Aí, três minutos depois, o assistente sei-lá-qual não levantou a bandeira quando Barcos, impedido, fez o gol do Palmeiras.
Preciso registrar aqui que não acho que Ibson tenha merecido a expulsão. Mas, mais que isso, quero deixar claro que não acho que tenha sido um erro condenável da arbitragem. Questão de interpretação; e cabia muito bem a de que Ibson fez falta violenta no lance do segundo amarelo. Só não concordo, mas cabia. E apesar do gol ilegal, também não acho um absurdo cometer um erro como aquele. Barcos estava apenas uns centímetros à frente da zaga. Sem contar que há a recomendação de que, na dúvida, deixa seguir.
Mas que os dois lances foram determinantes para a sequência da partida e, consequentemente, do resultado, isso eu acho.
Bom, mas, seja por que motivo for, o fato é que o FLAMENGO de ontem foi um pouco menos eficiente que os dois anteriores. E pegou um time um pouco mais organizado que os dois últimos também. Tivemos alguns vacilos individuais, como o do lance do gol, em que Negueba e Léo Moura pararam no lance e deixaram meio mundo de espaço para Barcos aproveitar o rebote de Felipe, outro que falhou no gol.
Mas o time teve um certo poder de reação, não se entregou mesmo com um a menos. E quis ganhar, coisa que não havia no time do início do campeonato.
Agora é juntar os pedaços - que nem são tantos assim - e ir para cima do Vasco. Com as voltas de González e Cáceres, que o time de reorganize e seja páreo. Que a melhora do time continue em progressão. Dois clássicos na sequência agora. Se ainda nos resta um pouco do FLAMENGO que sempre fomos, é uma boa oportunidade para somarmos seis pontos. Mas pode ser só impressão. Só impressão.
Saudações RUBRO-NEGRAS! .
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