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Foi um baile
02:05
Por Daniel Peixoto
Terça-feira, 14 de agosto de 2012
Esse foi daqueles jogos que me perguntei o que diabos iria escrever sobre o jogo. Foi um baile. Como um jogo, que podia decidir um turno do campeonato, só foi tenso pelo fato de ser líder contra vice-líder? O vasco, em nenhum momento do jogo, flertou com ser o melhor time dentro de campo.
O time cruzmaltino joga cadenciando, muitas vezes até quando não tem a bola. Pra que? Pra ter uma ou duas chances e fazer a pelota balançar as redes. Com uma bola parada, de preferência. Ou com um lance de brilhantismo do Juninho, que vem acontecendo frequentemente. O time do galo corre do primeiro ao último minuto. Me pareceu aquele claro exemplo de quando um estilo de jogo é superior ao outro. Foi um baile.
Carlos Alberto não da pra ser titular. Ele não apoia o meio de campo, não organiza, não cria. Felipe tem que entrar. Maestro. Juninho organiza, cria, dá passes, mas não faz função de maestro. Sou a favor de jogar com os dois. O próximo jogo contra o Coxa Branca é a perfeita ocasião pra arriscar. O resto do time é isso mesmo, não tem coisa melhor no banco e falta dinheiro nos cofres. Com o que temos, acredito em uma boa campanha. O título ainda é possível, mas com o futebol que o Galo jogou contra nós, me pareceu que é um time mais preparado pra levantar o caneco.
This entry was posted on October 4, 2009 at 12:14 pm, and is filed under
Atlético Mineiro,
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