Segunda-feira, 21 de maio de 2012.



Coincidência ou não, o pior ano na história do cruzmaltino, 2008, fazendo com que jogássemos a série B do brasileiro no ano seguinte, começa a refletir, com um pouso de atraso (é verdade), no decorrer dos anos do Vasco da Gama.

A diretoria vascaína soube se aproveitar da queda, fazer um ano na segundona com poucos custos, elenco barato e bom, para que voltássemos, e, aos poucos, reorganizarmos um clube que estava destruído e no final de década sem títulos expressivos. Pior do que isso... éramos um time sem graça, que não disputava nada e perdia torcedores pela falta de histórias para se ver e torcer.

Time sem charme? Não mais. Voltamos. Depois de um belo ano de 2011, com títulos importantes, (várias) vaga garantida na competição continental, além de uma bela participação na sul-americana. E ok, o vice-campeonato brasileiro.

2012 tem tudo para se repetir. Começamos bem o brasileiro, com uma vitória difícil, polêmica e promissora. Se, enquanto estivermos na liberta (até a final, espero), continuarmos somando pontos, dentro e fora do rio, vamos lutar pelo título mais uma vez. Como cruzmaltino não fico em cima do muro. Eu quero o continente. De novo. Coisa que meus rivais cariocas, pelo menos os que escrevem aqui no PDVC, nunca viram.
Libertadores em ano de centenário é coisa de predestinado