Segunda-feira, 17 de setembro de 2012.

Mais um empatezinho sem vergonha, que só serviu para nos desempancar dos 27 pontos, buraco onde a gente costumeiramente atola nesse Brasileirão de pontos corridos.

Resultado que só nos diminuiu um ponto na safada conta dos míseros 45, que nos mantém na elite do futebol brasileiro, lugar de onde, a se manter a escrita, nunca sairemos.

A partida contra o Grêmio serviu para reconfirmar que nosso elenco é fraco, limitado ao extremo. Claro que podia estar fazendo algo melhor no campeonato, assim como podia estar virtual e irremediavelmente rebaixado.

Mas o jogo também serviu para mostrar um Grêmio que, mesmo candidato ao título, não é um time de encher os olhos. Aliás, acho que o título deste ano fica entre Fluminense, Grêmio e Atlético Mineiro, nesta ordem. Mas ainda que o tricolor gaúcho esteja na minha seleta lista, não é um grande time.

Mas, voltando ao jogo, o caras do sul souberam jogar certinho, no nosso desespero. Aproveitaram-se de mais um dos nosso vários erros e marcaram fácil o 1 a 0 na primeira metade do primeiro tempo. Aí foi só se postar para esperar mais erros e tentar aproveitar mais uma vez.

Acontece que acabamos por, incrivelmente, não errar tanto quanto vinha acontecendo nos últimos jogos e, no segundo tempo, até melhoramos muito. Mas não o suficiente.

Wellington Silva foi uma grata surpresa na lateral direita, para que Léo Moura fosse apenas razoável no meio de campo. Na defesa, González, assim como Cáceres na meiúca, parece ter desaprendido, em meio às aulas que tiveram com Welinton e Muralha.

Por sorte, Adryan entrou, brilhou numa cobrança de falta e igualou o placar. Placar que podia ter sido mexido, ainda, em duas boas chances para cada lado.

Mas o que fica mais forte deste jogo, para mim, é a atuação da nação nas arquibancadas. Não em quantidade. Porque, afinal, 15 mil pessoas ao estádio até o Botafogo leva. Mas o apoio que a galera deu, o incentivo, a vai na hora certa, a pressão. Tudo foi como tem que ser. E que continue sendo. Vâmo alavancar o FLAMENGO, nem que seja no grito, na marra. Porque se time grande não cai, imagine o FLAMENGO.

 Saudações RUBRO-NEGRAS!  [25/42]