Sexta-feira, 1º de junho de 2012.

Enfiado nas brenhas do interior baiano, ocupado com trabalhos e mais trabalhos e tendo acesso a uma net mais lenta que os contra-ataques do time armado por Papai Joel, ainda não tive tempo para comentar sobre a saída de Ronaldinho Gaúcho do FLAMENGO. E, ainda agora que estou online, só vim para dizer que não vai ser dessa vez; que só vou "perder meu tempo" com isso talvez amanhã, quando já vou estar em casa, sossegado.

Por ora, deixo confessado apenas que, num primeiro momento, não fiquei feliz com a notícia da saída do ainda-craque. Não fiquei feliz mesmo. Mas admito que, passadas algumas horas, o desânimo pelo fim de uma história que podia ter sido mais gloriosa, começou a dar lugar a esperança de tempos melhores daqui pra frente.

Ronaldinho se despede substituído, sob vaias e entregando
a braçadeira de capitão (Foto: Globoesporte.com)
Ronaldinho é craque ainda, mas não quis sê-lo no MENGÃO. E os brutais amadorismo, incompetência e má vontade da diretoria não o permitiram ser. Agora já foi. Pelo menos em campo. Porque o que consigo ver, ainda sobre essa história, é o FLAMENGO preso por anos a uma dívida estratosférica. Como aconteceu com Romário, depois com Pet, agora vai ser Ronaldinho "para sempre" nas contas do MENGÃO.

Mas, é isso. Depois falo melhor a respeito. E, cambada RUBRO-NEGRA, vida que segue. A festa de uns e o desânimo de outros pela saída do cara já não importam mais (a não ser por alguns desdobramentos internos que ainda podem haver nesta situação).

A nossa 10 está, de novo, à mercê de qualquer um. Se for o caso, deixa ela ali, apenas hasteada em campo sempre que o time for para o jogo. Talvez ela encarne ZICO, ou, pelo menos, um Pet versão 2009.

R10 não existe mais. Porque qualquer 10 que ele vista por aí, em qualquer time, não dará mais o poder que ele teve e não soube usar no MENGÃO. Vá aonde for, ele será, no máximo, R.

Saudações RUBRO-NEGRAS!