Segunda-feira, 4 de junho de 2012.

Sim, eu gosto de futebol, e de muitas outras coisas. Não, eu não sou um torcedor ‘paia’ como muitos podem achar, simplesmente porque deixei de ir ver meu Tricolor no Morumbi e fui ver Franz Ferdinand no Parque de Independência. Isto não significa necessariamente aquilo (preciso falar São Paulo ou mencionar o amor verdadeiro pelo time e a paixão repentina pela cidade?) No, no, no, no, you girls never know, oh, no, you girls will never know No, you girls never know how you make a boy feel

Definitivamente eu não saberia discorrer sobre esquemas táticos, posições, regras mais detalhadas ou informações mais especializadas, mas sempre tive uma relação muito interessante com o futebol. Eu sempre quis amá-lo, eu sempre corri atrás dele, mas ele não é diferente de todas as minhas outras paixões, quanto mais eu me apaixono, menos sou correspondido.

Lembro de quando eu era criança e a molecada começava a tirar o time de futebol, sempre restavam eu, a pedra e o garoto paraplégico. Às vezes eles deixavam eu jogar, porque meu irmão (o são paulino) pedia, mas alguns minutos, chutes nas canelas alheias e passes perdidos depois, meu irmão (o são paulino) era o primeiro a me expulsar, e lá ia eu todo recalcado - às vezes com o tampão do dedo arrancado, devido a um chute no campinho, quando este deveria ter sido desferido na bola – e ficava a pensar: por que, Deus? Por que eu não sei jogar futebol?

A partir daí, resolvi suprir essa necessidade futebolística com quadrinhos, rock, videogames, literatura e outros esportes, mas o meu ‘eu torcedor’ nunca me abandonou. Vesti a camisa do Tricolor Paulista e do Botafogo da Paraíba e cá estou escrevendo para pessoas deslocadas como eu, que fizeram do futebol a sua bela garotinha ruiva, que prefere o seu melhor amigo. #TumDumTss

Desventuras futebolísticas à parte, queridos leitores, quero neste espaço pedir ajuda aos meu amigos blogueiros para esclarecer a vocês todas as dúvidas que eu sempre tive, debater acaloradamente, trazer curiosidades e até abrir o espaço para troca de experiências que podem incluir (para que eu não me sinta sozinho) esperar o jogo todo para entrar em campo nos cinco minutos do acréscimo, com a partida já definida, ser expulso de campo pelo irmão ou perder o tampão do dedo, que seria dolorosamente tratado com Mertiolate por sua querida mãe. psiquiatra filho da puta! Oi?

É isso, agora estamos apresentados, leiam meus posts e comentem, se quiserem.

#Segura na mão de Deus e vai!